Óleo de Macadâmia – Fonte de Lipocina, o “Hormônio” do Emagrecimento

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Macadâmia

Macadâmia

O fruto da macadâmia é uma noz fina envolta em uma casca que contêm uma ampla variedade de minerais e componentes benéficos ao nosso organismo, como potássio, fósforo, cálcio, magnésio, vitaminas e proteínas.

Óleo de Macadâmia

Óleo de Macadâmia

É semelhante ao azeite de oliva em sua composição e é frequentemente descrito como “óleo bom”, pois contêm baixos níveis de gorduras saturadas e altos níveis de gordura monoinsaturadas. Contém, também, de 16-23% de ácido palmitoléico, um ácido graxo raro no mundo dos óleos.

Ácido Palmitoléico

Ácido Palmitoléico

Ajuda a regular o sistema metabólico promovendo um aumento da sensibilidade à insulina e inibindo a destruição das células beta pancreáticas secretoras de insulina. Portanto, trata-se de um aliado do indivíduo portador de diabetes. Além disto, atenua os níveis de triglicerídeos do organismo e fortalece a musculatura cardíaca.

Fonte: Jornal de Aromatologia/2ª Edição/Ano II/2012
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Óleo de Macadâmia

A macadâmia (Macadamia integrifolia) é uma árvore de porte alto, nativa da Austrália e muito predominante no Havaí. Seu fruto, também chamado de macadâmia, é uma noz fina envolta em uma casca. As macadâmias contêm uma ampla variedade de minerais e componentes benéficos ao nosso organismo, como potássio, fósforo, cálcio, magnésio, vitaminas e proteínas, cuja composição pode variar de acordo com o local de crescimento da árvore. O fruto da macadâmia é composto por 75% de óleo natural, o qual é extraído por prensagem a frio ou por solventes. Tal óleo é semelhante ao azeite de oliva em sua composição e é frequentemente descrito como “óleo bom”, pois contêm baixos níveis de gorduras saturadas e altos níveis de gordura monoinsaturadas. A princípio, pode não chamar muita atenção, já que seu carro chefe é o ácido oléico, uma gordura muito comum presente nos óleos de amêndoas, avelãs e oliva. Contudo, este óleo possui um ácido graxo raro no mundo dos óleos, o ácido palmitoléico. Este ácido graxo é encontrado no óleo de macadâmia em teores de 16-23% e no óleo de espinheiro do mar (Hippophae rhamnoides L.) a 40%, além de existir no tecido adiposo de animais e seres humanos. Pelo fato do óleo de espinheiro do mar ser raro e caro no mercado, a melhor fonte disponível na atualidade é o óleo de macadâmia.

Obesidade e Ácido Palmitoléico

A obesidade está associada à uma inflamação crônica de baixo grau, onde os sinais inflamatórios interferem com a ação da insulina e perturbam a homeostase metabólica. Estudos recentes mostraram que a obesidade compromete a função do retículo endoplasmático estressando-o, resultando em resistência à insulina e diabetes do tipo 2. Foi observado que a inflamação e este estresse metabólico ocorrem também no sistema nervoso central, onde é interrompida a atividade do hipotálamo levando-o a criar resistência à leptina (hormônio da saciedade), o que acarreta uma fome constante que nunca passa. Isso gera um mecanismo de vício, onde a pessoa come mais para tentar suprir a fome constante e a baixa energética pelo estresse acarretado ao retículo endoplasmático (estrutura dentro da célula importante na síntese de proteínas e lipídios, na desintoxicação celular e no transporte intracelular). Tal processo é crítico nas doenças metabólicas crônicas tais como a obesidade, resistência à insulina e diabetes tipo 2.

O ácido palmitoléico presente no óleo de macadâmia é a única gordura capaz de desestressar o retículo endoplasmático promovendo aumento da sensibilidade à insulina pela supressão da inflamação, além de ser capaz de inibir a destruição das células beta pancreáticas secretoras de insulina. Ele influencia no acúmulo e produção de gordura no fígado, a ação da insulina e da síntese de ácidos graxos. E, devido a ter ações similares a um hormônio, foi proposto um novo termo para o ácido palmitoléico de “lipocina“. Como a “lipocina” melhora a sensibilidade à insulina, em ratos diabéticos este ácido graxo atenuou a hiperglicemia e hipertrigliceridemia, em parte, devido à supressão da expressão de genes pró-inflamatórios e por melhorar o metabolismo hepático dos lipídeos. Consequentemente ele também reduz o colesterol LDL.

Óleo de Macadâmia – Fonte de Lipocina, o “Hormônio” do Emagrecimento

Pesquisas têm evidenciado que o óleo de macadâmia pode ser um grande aliado do indivíduo portador de diabetes. Isto porque ele é rico em ácido palmitoléico, a única gordura capaz de desestressar o retículo endoplasmático promovendo aumento da sensibilidade à insulina pela supressão da inflamação, além de ser capaz de inibir a destruição das células beta pancreáticas secretoras de insulina.

O ácido palmitoléico é formado quando as células produzem sua própria gordura. Quando isso acontece, ele funciona como uma molécula de sinalização capaz de afetar o peso corporal por dizer aos outros órgãos do corpo para não armazenar gordura extra proveniente da dieta. A idéia de que um ácido graxo pode ajudar a regular o sistema metabólico é fascinante e provocadora porque, até onde se sabe, apenas proteínas poderiam fazer isso. Assim, os tipos de óleos com alto teor de ácido palmitoléico podem ter um papel importante no tratamento da obesidade. O ácido palmitoléico também serve como um biomarcador para o estado metabólico, onde uma concentração baixa deste ácido graxo em exames de sangue indica um risco de doença metabólica com aumento do acúmulo de gordura e da obesidade. O coração das cobras píton utiliza os lípidos circulantes como combustível para aumento de sua performance. Uma pesquisa identificou três ácidos graxos associados ao crecimento e à saúde do coração das serpentes após uma refeição, os ácidos mirístico, palmítico e palmitoléico. Estas gorduras aumentaram a massa muscular e a força cardíaca das serpentes de forma similar à de um atleta de alta performance. São gorduras portanto, muito importantes para o crescimento do músculo cardíaco e aumento da resistência de atletas.

Óleo de Macadâmia na Pele

O cheiro bom e a maciez da pele dos bebês tem um nome, ácido palmitoléico. Este ácido graxo pode ser encontrado na secreção sebácea natural da pele, principalmente nos bebês, crianças e adolescentes. Ele é muito importante para diminuir o envelhecimento celular e da pele. Promove na pele uma diminuição da inflamação e da formação das metaloproteinases associadas à degradação do colágeno e elastina, que tornam a pele flácida e envelhecida. Protege os lipídeos da pele contra a peroxidação, inibindo a formação de radicais livres, sendo um dos principais responsáveis pela hidratação e prevenção da perda de umidade da pele, garantindo seu metabolismo e aparência saudável, além de apresentar propriedades regenerativas. Representa cerca de 20% do total de ácidos graxos do sebo humano, e tal como vários outros compostos, a quantidade dele na pele diminui significativamente com o envelhecimento. À medida que ocorre o envelhecimento, a quantidade desse ácido graxo na pele (e no organismo) diminui e surgem mais radicais livres que oxidam o ácido palmitoléico a 2-nonenal que é responsável pelo “cheiro da pele que se acentua com a idade”. Na alimentação, o óleo de macadâmia pode ser usado visando tratar de distúrbios metabólicos que levam a obesidade na dose de 1-2 colheres de sopa/sobremesa ao dia 30 minutos antes das refeições. E em cosméticos (para cabelo e pele) em doses que variam de 1-5%.

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