Tireoide e os Óleos Essenciais

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Glândula Tireoide

Glândula Tireoide

Desempenha um importante papel no funcionamento do organismo, afinal, ela regula todos os aspectos do metabolismo humano pela liberação dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), que têm o iodo como componente essencial.

Sintomas

Sintomas

Hipotireoidismo: menor número de batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, diminuição da memória, cansaço excessivo e dores musculares.
Hipertireoidismo: irregularidade e aceleração nos batimentos cardíacos, geralmente acima de 100 batimentos por minuto, nervosismo, mãos trêmulas e sudoreicas, ondas de calor repentinas, intestino solto, perda de peso acentuada sem intenção.

Aromaterapia e Tireoide

Aromaterapia e Tireoide

Mirra: estimula as enzimas de conversão dos hormônios da tireoide de T4 em T3 no fígado;
Feno Grego e Alho: agem diminuindo a concentração de T3 e os níveis de T3/T4 no sangue, podendo ser benéficos em casos de hipertireoidismo.
Capim Limão, Verbena, Litsea Cubeba e outros ricos em citral: impedem a ligação do TSH em seus receptores para este hormônio na tireoide, inibindo assim a conversão microssomal no fígado do T4 em T3 com redução da concentração de TSH na hipófise e sangue. Isso é útil no hipertireoidismo, mas maléfico para quem sofre de hipo e doença de graves.

Uma adaptação do levantamento bibliográfico feito por Fabian Laszlo para o Jornal de Aromatologia.
Curso de Aromaterapia

Tireoide e os Óleos Essenciais

A tireoide é uma glândula que desempenha um importante papel no funcionamento do organismo, afinal, ela regula todos os aspectos do metabolismo humano pela liberação dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), que têm o iodo como componente essencial. A liberação de seus hormônios é feita pelo estímulo do TSH (hormônio estimulante da tireoide) produzido pela glândula hipófise e que regula a captação de iodo pela glândula para síntese do T3 e T4. Pela remoção de um resíduo de iodo, o T4 é convertido em T3 nos tecidos periféricos não-tireóideos (fígado e músculo) e o T3 é o responsável pela grande maioria dos efeitos dos hormônios da tireoide. O T4, na verdade, pode não exercer quase nenhuma atividade endócrina até que seja convertido em T3 pelas enzimas iodotironina deiodinases tipo I e tipo II. No universo dos óleos essenciais, vários óleos já foram estudados no sentido de se verificar a influência destes sobre a glândula da tireoide, porém, até o momento ainda não houve um amplo estudo clínico envolvendo seres humanos neste sentido. O que temos, então, são experiências que envolvem animais (geralmente ratos), o que deixa um enorme campo de possibilidades para novas pesquisas.

Óleos que Interferem na Tireoide

O absoluto (ou oleoresina) de Mirra indiana (Commiphora mukul), que é rico em gugulipídeos e gugulsteronas, mostrou agir estimulando as enzimas de conversão dos hormônios da tireoide de T4 em T3 no fígado. Apresentou, também, forte atividade estimulante da tireoide em ratos (na dose de 1mg/100g de peso corporal) com aumento da utilização de iodo pela glândula. Algo muito positivo no hipotireoidismo. Em outra pesquisa, ficou evidente que o feno grego (Trigonella foenum-graecum) e o alho (Allium sativum) agem diminuindo a concentração de T3 e os níveis de T3/T4 no sangue, podendo ser benéficos em casos de hipertireoidismo. O citral, por outro lado, mostrou que é capaz de impedir a ligação do TSH em seus receptores para este hormônio na tireoide, inibindo assim a conversão microssomal no fígado do T4 em T3 com redução da concentração de TSH na hipófise e sangue. Isso é útil no hipertireoidismo, mas maléfico para quem sofre de hipo e doença de graves. (*) o citral é um componente comum nos óleos essenciais de melissa, litsea cubeba, capim limão e verbena.

A terebentina (ou terebintina), extraída por destilação da resina de coníferas, é rica em pinenos, componentes que demonstraram reduzir significativamente os níveis de T3, T4 e TSH no sangue de ratos, o que durou 48 horas. Já a piperina, um alcaloide com caráter lipofílico presente no absoluto e óleo resina de pimenta preta (Piper nigrum), demostrou ser capaz de inibir a função da tireoide em ratos (2.50 mg/kg por 15 dias), reduzindo o T3 e T4 de forma semelhante ao medicamento propiltiouracil. Contudo, em doses baixas (0.25 mg/kg) não houve nenhuma alteração significante. Por outro lado, doses elevadas de neem (Azadirachta indica) foram capazes de interferir na conversão do T4 em T3 no fígado. No entanto, em doses baixas este também não apresentou este efeito. Neste caso, apesar do estudo ter sido feito com o extrato da planta, muitos componentes do extrato (azadiractina, por exemplo) são encontrados no óleo, permitindo considerações similares de efeito. Por fim, em livros de aromaterapia, é muito frequente ver outros óleos sendo indicados para distúrbios da tireoide, como a palmarosa, espruce (tsuga), murta e niaouli. Entretanto, ainda não existem trabalhos científicos que validem tais efeitos, o que resulta em muita confusão e requer cautela.

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Os óleos essenciais de capim limão, verbena, litsea cubeba e outros ricos em citral impedem a ligação do TSH em seus receptores para este hormônio na tireoide, inibindo assim a conversão microssomal no fígado do T4 em T3 com redução da concentração de TSH na hipófise e sangue. Isso é útil no hipertireoidismo, mas maléfico para quem sofre de hipo e doença de graves.

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