Óleo Essencial de Tomilho

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Nome

Nome

Óleo Essencial de Tomilho / Thyme Essential Oil

Nome Científico

Nome Científico

Thymus vulgaris

Componente de Destaque

Componente de Destaque

Timol (thymol)

Descrição

Descrição

Líquido amarelado de odor apimentado e pungente.

Principais Aplicações

Principais Aplicações

Fabricação de fragrâncias e perfumes (nota canforada, apimentada e pungente) e de medicamentos, como um poderoso antisséptico. Faz parte, também, da composição de diversos produtos de higiene pessoal, como enxaguatórios bucais. Na aromaterapia, é utilizado para combater a tensão, fadiga, ansiedade, dores de cabeça, resfriados e dores reumáticas.

Escrito por Wagner Azambuja
Curso de Aromaterapia

Tomilho

O tomilho (Thymus vulgaris) é uma planta perene facilmente cultivável pertencente à família Lamiaceae. Originário do oeste do Mediterrâneo, este subarbusto aromático, também conhecido por “timo”, possui folhas pequenas, lineares ou lanceoladas, e flores róseas ou esbranquiçadas. Trata-se de uma planta muito utilizada desde a antiguidade. Os romanos, por exemplo, banhavam-se com chá de tomilho antes das batalhas porque acreditavam que isso lhes daria coragem. Hoje, além de ser bastante utilizado como tempero, o tomilho é mundialmente conhecido por seu óleo essencial.

“Há um número impressionante de espécies de tomilho aromático, com grande variedade de fragrâncias, sabores e usos, da culinária à medicina, ao misticismo e à magia. Seu óleo essencial é um excelente acréscimo aos produtos de limpeza e borrifadores desinfetantes.”

Óleo Essencial de Tomilho

óleo essencial de tomilho é um líquido amarelado, de odor característico (apimentado), extraído – na Espanha – por arraste de vapor dos ramos floridos recentes da planta. No Marrocos, porém, dá-se preferência para planta parcialmente seca, sendo separadas as folhas e as flores do tronco. É rico em timol (+/- 50%), um poderoso anti-séptico bastante empregado em desinfetantes bucais, pomadas descongestionantes e em pastilhas que aliviam a tosse e a irritação na garganta. O LISTERINE e o Vick VapoRub, por exemplo, contêm timol em suas composições. Mas além do timol, o óleo essencial de tomilho também apresenta carvacrol, borneol, linalol, geraniol, citral e outros componentes em quantidades menos expressivas. Na Europa, mais precisamente na Espanha, é confundido com frequência com o óleo de Thymus capitatus, espécie dos terrenos calcários e áridos das províncias do litoral português e sul da Espanha de composição química diferente. Além disso, o óleo essencial de tomilho é frequentemente adulterado com aguarrás, infelizmente. Purificação: a dosagem conjunta do timol e carvacrol realiza-se ou pela técnica iodométrica ou pela bromométrica, ambas exigindo o isolamento prévio dos fenóis totais dissolvidos em soda diluída. A dosagem do timol, em separado, não constitui um problema difícil de ser resolvido quando ele é o fenol predominante e o carvacrol (seu isômero líquido) se encontra em porcentagem escassa, inferior a 9%. Neste caso, separam-se os fenóis totais sob a forma de fenatos alcalinos solúveis na água, recuperando-os depois de decompostos por um ácido mineral. Por fim, então, o timol é dosado, promovendo a sua cristalização. Entretanto, quando a quantidade de carvacrol é elevada, superior a 32%, o timol se mantém dissolvido, tornando-se impossível o seu isolamento por cristalização.

De acordo com Bozin (2006) em “Characterization of the volatile composition of essential oils of some lamiaceae spices and the antimicrobial and antioxidant activities of the entire oils”, o óleo essencial de tomilho (QT timol) é um excelente antioxidante, pois é capaz de aumentar consideravelmente a atividade das enzimas superóxido dismutase e glutationa peroxidase em vários tecidos, inclusive no fígado. Na prática, isto significa que ele evita a ação deletéria dos radicais livres sobre as células do corpo por meio da “neutralização” destas substâncias. Também, trata-se de um estimulante da GST (Glutationa S-Transferase), outra enzima desintoxicante, a qual promove a conjugação de carcinógenos que sofrem prévia bioativação pelas enzimas de fase I do metabolismo de xenobióticos no interior do citocromo P450. Ou seja, este óleo, ao aumentar a atividade da GST, diminui a toxicidade de substâncias mutagênicas – contribuindo, assim, para a desintoxicação do organismo. Ainda, conforme a Dra. Anne-Marie Giraud (2018) em “Óleos Essenciais e Câncer”, o óleo essencial de tomilho (QT timol) em associação com a anfotericina B, um medicamento alopático antifúngico, é capaz de potencializar a ação antifúngica dos tratamentos com antimicóticos. Tal fato é de extrema relevância durante as quimioterapias, que tipicamente deprimem o sistema imunológico e deixam o corpo humano susceptível ao aparecimento de micoses profundas de difícil tratamento; sendo portando necessária a prescrição da anfotericina B. A anfotericina B é um excelente antifúngico, todavia, ela induz a uma forte toxicidade renal, limitando o seu uso. Logo, este óleo, que em associação com a anfotericina B exerce um efeito sinergístico, é muito bem-vindo, pois assim é possível reduzir a dosagem da anfotericina B, poupando danos maiores a saúde do paciente. Ademais, na aromaterapia, o óleo de tomilho (QT timol) é recomendado para combater a tensão, fadiga, ansiedade, dores de cabeça, resfriados e dores reumáticas, indicações que, em sua maioria, estão relacionadas a ação do timol – detalhadas a seguir. Por fim, de acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oil Safety”, este óleo é um fraco sensibilizante dérmico, o qual deve ser utilizado em formulações de uso tópico sob concentração máxima de 1,3%.

(*) o texto se aplica ao tomilho branco. Há o tomilho vermelho, mas este JAMAIS deve ser utilizado, pois é tóxico!

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O óleo essencial de tomilho é rico em timol (+/- 50%), um poderoso anti-séptico bastante empregado em desinfetantes bucais, pomadas descongestionantes e em pastilhas que aliviam a tosse e a irritação na garganta.

Timol (thymol)

Principalmente por conta de seu potencial anti-séptico, o timol – nos últimos anos, tem sido largamente utilizado pelas indústrias farmacêutica e de higiene pessoal em diversas formulações. Atualmente, por exemplo, é comum o seu emprego em cremes e desinfetantes bucais, pomadas descongestionantes e pastilhas que aliviam a tosse e a irritação na garganta. É ele o principal componente do “Euthymol”, creme dental distribuído pela Johnson & Johnson que ajuda a prevenir úlceras orais. Também, está presente no Listerine, um dos anti-sépticos bucais mais vendidos nos Estados Unidos, no Vick VapoRub e nas deliciosas pastilhas Valda. Além disto, pesquisas ainda demonstram que o timol, por meio da depressão de correntes de Na+ voltagem-dependentes, apresenta atividade bloqueadora sobre a condução de impulsos nervosos num mecanismo similar à lidocaína, um anestésico local clássico bastante utilizado na prática clínica. Com isto, torna-se possível associar – numa única e simples molécula, potencial anestésico e antisséptico de largo espectro, algo muito promissor. O timol ainda tem sido utilizado com sucesso no controle de ácaros Varroa destructor, um parasita externo capaz de devastar colônias inteiras de abelhas, e como agente antifúngico para as unhas dos pés e das mãos em seres humanos. Neste sentido, inclusive, está comprovado que o timol, quando associado com o fluconazol – antimicótico pertencente a classe dos antifúngicos triazólicos, é capaz de aniquilar algumas espécies de fungos que já desenvolveram algum grau de resistência ao fluconazol, isolado.

Ainda na farmacologia, pesquisas tem evidenciado o timol é capaz de estimular as ações agonistas do pentobarbital e do propofol, fármacos que atuam nos receptores de GABA (ácido gama-aminobutírico), subtipo GABA A. O GABA é o principal neurotransmissor inibitório do cérebro, o qual está presente em uma parte considerável das sinapses do SNC, e até o momento não se conhece, com exatidão, como o timol potencializa estes receptores. Diante disto, novos estudos estão em curso, afinal, tal característica abre caminhos para o desenvolvimento de novos sedativos e anestésicos comerciais. Como já exposto, o timol mostra-se um agente antibacteriano promissor dada a sua estrutura fenólica, com eficácia comprovada contra cepas de Aeromonas hydrophila, Staphylococcus aureus e outras. É, inclusive, utilizado como ponto de partida para a fabricação do biclotimol, fármaco com ação bactericida e bacteriostática empregado no tratamento de faringites agudas e crônicas e amigdalites. Além disto, conforme Satooka (2012) em “Effects of thymol on B16-F10 melanoma cells”, o timol é capaz de produzir um radical fenóxi intermediário e estável, que, na sequência, gera radicais livres e derivados oxidados de quinonas capazes de aniquilar células de melanomas. Ou seja, o potencial antitumoral desta substância decorre justamente de um “aumento” específico de radicais livres e do estresse oxidativo nas células cancerosas; sem afetar, no entanto, as células sadias. Por fim, o timol também tem sido explorado pela indústria de defensivos agrícolas do tipo “ecologicamente corretos“, afinal, pós aplicação, ele degrada-se rapidamente no ambiente – com DT50 de 16 dias em água e 5 dias no solo, números bem melhores que diversos outros pesticidas químicos residuais. A natureza agradece!

Formulações Aromaterápicas com Óleo de Tomilho

HERPES, pelo Dr. Jean-Pierre Willem (2018) em “Óleos Essenciais Antivirais”
Informações gerais: essa doença insidiosa é causada por dois tipos de vírus: herpes simplex (HSV) 1 e 2. O primeiro é responsável por 95 a 98% das bolhas que aparecem ao redor da boca e pelas lesões sobre o nariz, queixo, olhos, dedos e no interior da própria boca. Já o HSV-2 se concentra quase que exclusivamente nos órgãos genitais, às vezes com sintomas nas nádegas e coxas. Os surtos de herpes sempre começam com formigamentos, sensações de queimação ou dores alguns dias antes do despertar do vírus. Em seguida, a área torna-se avermelhada e pequenas bolhas em buquê, cujas vesículas contêm milhares de vírus, aparecem. Elas terminam por secar e cicatrizar completamente após cerca de 10 dias.

Formulação:
– OE Niaouli (Melaleuca quinquenervia): 1 mL
– OE Ravintsara (Cinnamomum camphora): 2 mL
– OE Tea Tree (Melaleuca alternifolia): 2 mL
– OE Tomilho qt. Timol (Thymus vulgaris): 1 mL
– Óleo Vegetal: 4 mL
– Aplicar na área dolorida e massagear levemente (para penetrar) de 1 a 2 gotas da mistura a cada duas horas até o desaparecimento.

INFECÇÃO HOSPITALAR, pelo Dr. Jean-Pierre Willem (2018) em “Óleos Essenciais Antivirais”
Informações gerais: refere-se a infecção contraída durante a estadia em um centro de saúde e que não existia antes nem durante as primeiras 48 horas de estada em hospital ou clínica.

Formulação (prevenção):
– OE Canela do Ceilão Cascas (Cinnamomum verum): 5 gotas
– OE Segurelha de Inverno (Satureja montana): 10 gotas
– OE Tomilho qt. Timol (Thymus vulgaris): 5 gotas
– OE Orégano-compacto (Origanum compactum): 10 gotas
– OE Limão Siciliano (Citrus limon): 10 gotas
– Difundir a mistura, através de um aparelho ultrassônico (a frio), em intervalos de 5 a 10 minutos a cada duas horas nas dependências do ambiente, em especial nos quartos dos doentes.

(*) as formulações acima foram retiradas da literatura e não exprimem, necessariamente, a opinião deste site. Além disto, antes do início de qualquer tratamento, é expressamente recomendável consultar um profissional de saúde devidamente habilitado.

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Produto: Óleo Essencial de Tomilho
Marca: QUINARÍ
Registro na ANVISA: 25351.436423/2017-21

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