Óleo Essencial de Tea Tree (Melaleuca)

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Nome

Nome

Óleo Essencial de Tea Tree / Óleo Essencial de Melaleuca / Tea Tree Essential Oil

Nome Científico

Nome Científico

Melaleuca alternifolia

Componente de Destaque

Componente de Destaque

Terpinen-4-ol

Descrição

Descrição

Líquido amarelado com odor semelhante a pinho.

Principais Aplicações

Principais Aplicações

Bastante utilizado na Austrália para os mais variados fins. Chegou, inclusive, a ser incluído nos kits militares de primeiros socorros. Trata-se de um poderoso antisséptico, sendo capaz de atuar contra um grande número de fungos e bactérias. Demonstra eficácia no combate ao vírus do molusco contagioso. É eficaz contra a acne, sendo bastante incorporado a géis secativos, e existe uma grande expectativa deste óleo em relação ao câncer.

Escrito por Wagner Azambuja
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Tea Tree (Melaleuca)

O tea tree (Melaleuca alternifolia), ou apenas melaleuca, é uma pequena árvore nativa da Austrália que se assemelha ao cipreste. Encontrada em áreas pantanosas, pode crescer até 6 metros de altura e possui grande vitalidade, pois continua a florescer mesmo quando derrubada; estando pronta para o corte após dois anos. Na Austrália, vem sendo utilizada há séculos; primeiro pelos aborígenes, no tratamento de diversos problemas de pele, e, agora pelos médicos (australianos). Durante a Segunda Guerra Mundial, inclusive, o tea tree foi incluído nos kits militares de primeiros socorros e em fábricas de munição para tratar de ferimentos dos soldados daquele país. Em 1927, a árvore chegou a Europa, e, logo em seguida, despertou a atenção da população por conta de suas propriedades; em especial antissépticas. Pouco tempo depois, estudos na Austrália, Estados Unidos e França comprovaram a sua eficiência terapêutica, momento em que o tea tree – bem como seu óleo essencial – passou a ser utilizado em massa para os mais diversos fins.

Óleo Essencial de Tea Tree (Melaleuca)

O óleo essencial de tea tree (melaleuca) é um líquido amarelado, de odor característico, extraído por arraste de vapor das folhas e ramos terminais desta planta. Seu rendimento médio é de 1 – 2% em óleo, e, para a extração, costuma-se picotar os galhos e folhas com o intuito de compactar a biomassa. De acordo com a ISO 4730-2004, o óleo deve apresentar mais de 30% de terpinen-4-ol, menos de 15% de 1.8-cineol, entre 10 a 28% de gama-terpineno e 0,5 a 12% de p-cimeno. Todavia, há três quimiotipos (QTs) populares de tea tree. Terpinen-4-ol: é o quimiotipo mais comum no Brasil e na Austrália e apresenta, como seu próprio nome diz, o terpinen-4-ol como elemento principal, variando de 30 a 45% (portanto dentro da ISO). 1.8-cineol: este quimiotipo é, geralmente, de origem chinesa e pode conter até 15% deste constituinte, o mesmo do óleo de eucalipto globulus. Terpinoleno: também de origem australiana, que contém até 15% deste composto. Independentemente do quimiotipo, de acordo com Southwell (2006) em “p-Cymene and organic peroxides as indicators of oxidation in tea tree oil”, o óleo essencial de tea tree deve ser adequadamente envasado e armazenado, pois, desta maneira, ele é capaz de manter a sua integridade química por até 10 anos. Afinal, elementos como o alfa-terpinenogama-terpineno e terpinoleno, naturalmente presentes na sua composição, são ótimos antioxidantes e, consequentemente, conservantes. Todavia, quando o óleo não é corretamente acondicionado, estes mesmos elementos oxidam-se ao p-cimeno, o qual (em excesso) pode prejudicar a qualidade do óleo. Aliás, o teor de p-cimeno, neste caso, serve como um parâmetro para avaliar a sua qualidade, pois, quando este constituinte ultrapassa o intervalo preconizado pela ISO (de até 12% para o QT mais comum), tem-se o indicativo de uma “oxidação” – possivelmente, por conta do seu mal armazenamento.

Terpinen-4-ol

Abaixo, segue uma tabela com a especificação do óleo de tea tree (melaleuca), quimiotipo terpinen-4-ol, conforme a ISO 4730-2004:

Óleo Essencial de Melaleuca

Na Austrália, o plantio de tea tree é realizado através de mudas, geralmente em espaçamentos adensados, para permitir elevados rendimentos de biomassa para extração de óleo. Recomenda-se, então, de 1 a 1,5 m entre as linhas e de 0,5 a 1 m entre as plantas, sendo necessárias de 6.670 a 20.000 plantas/ha. Assim, a primeira colheita geralmente ocorre entre o quinto e o sexto mês após o plantio, sendo repetida em intervalos de aproximadamente 4 meses (3 vezes por ano). Elas devem ser realizadas cortando-se a planta cerca de 5 a 10 cm acima do solo, de preferência pela manhã, quando o rendimento de óleo essencial é maior – lembrando que a destilação deve ocorrer no mesmo dia da colheita.

Propriedades e Aplicações

Em 1920, um químico australiano chamado Dr. A. R. Penefold declarou que o óleo essencial de tea tree (melaleuca) possuía um potencial cerca de 11 a 13 vezes maior que o ácido carbólico (fenol) para aniquilar fungos e bactérias. Este potencial antisséptico, no entanto, foi comprovado na sequência, por um estudo realizado pelo Australian Tea Tree Oil Research Institute em parceria com a University of Western Sydney (UWS), na Austrália. Naquela época, eles descobriram que o terpinen-4-ol, o principal “ativo” do óleo de tea tree, seria o componente responsável por esta atividade, a qual é exercida da seguinte maneira: rompimento da membrana da célula do microrganismo; formação da bolha extracelular na superfície da membrana; vazamento do citoplasma e inibição da respiração. Por conta disto, o óleo é, sim, capaz de combater com eficácia infecções bacterianas e fúngicas, como aquelas causadas por Candida albicans. Posteriormente, descobriu-se que o óleo de tea tree – novamente por conta do terpinen-4-ol – também é eficaz contra algumas espécies de vírus, o que faz dele um antisséptico completo, de fato. Neste caso, Garozzo (2009), em “In vitro antiviral activity of Melaleuca alternifolia essential oil”, utilizando o vírus influenza, causador da gripe, demonstrou que o terpinen-4-ol é capaz de combinar-se com a hemaglutinina (HA), uma glicoproteína que tem como principal função ligar o vírus ao receptor da célula hospedeira. Assim, cria-se uma “perturbação” no processo de fusão, o que impede o vírus de atacar e entrar em novas células, inibindo a sua proliferação. Obviamente, ainda não é possível afirmar que este é o mecanismo de ação do terpinen-4-ol no que se refere aos vírus, todavia, estes dados contribuem, e muito, para a sua elucidação. Comprovou-se, ainda, que o óleo de tea tree ajuda a amenizar a otite, uma infecção no ouvido médio, normalmente associada a problemas nas amígdalas. Também pode atenuar inflamações nos intestinos, como a enterite, e ajuda a expelir parasitas intestinais.

Em outro estudo, o óleo essencial de tea tree (melaleuca) demonstrou grande eficácia (em torno de 65%) no tratamento contra a acne, e o melhor, sem causar quaisquer irritações na pele pelo seu uso (diluído), algo relativamente comum nos tratamentos com peróxido de benzoíla. Isto ocorre porque o terpinen-4-ol causa um verdadeiro colapso no fluxo de íons das membranas que revestem as bactérias Propionibacterium acnes, as grandes responsáveis pelo surgimento da acne, levando-as a morte. Já é possível notar, inclusive, consideráveis melhoras da acne suave e moderada após três meses de uso de um gel secativo com apenas 5% deste óleo. Ainda, o óleo essencial de tea tree apresenta resultados in vitro e in vivo promissores contra diversos tipos de câncer, tal como relata Ireland (2012) em “Topically applied Melaleuca alternifolia (tea tree) oil causes direct anti-cancer cytotoxicity in subcutaneous tumour bearing mice”, que utilizou 10% deste óleo diluído em DMSO para avaliar os seus efeitos sobre o câncer de pele. Após ser aplicado topicamente, Ireland constatou um efeito ativador da resposta imunológica na área afetada com ação direta (específica) sobre as células tumorais in vivo, onde, ao término de um período, observou-se uma melhora no quadro geral da doença. E não é só. Hayes (1997), em “In vitro cytotoxicity of Australian tea tree oil using human cell lines”, afirma que o terpinen-4-ol mostra atividade citotóxica in vitro contra várias outras linhagens celulares, como CTVR-1 (leucemia), Molt-4 (leucemia), K562 (leucemia mielogênica), HeLa (adenocarcinoma cervical) e HepG2 (carcinoma hepatocelular) com valores IC50 variando de 0,06-0,33 g / L após 24 horas de incubação; além de inibir o crescimento in vitro de células M14 WT de melanoma humano, inclusive, de suas partes resistentes a fármacos como a doxorrubicina (adriamicina), amplamente utilizada para o tratamento de diversas neoplasias.

Gel Secativo para Acne:

● Óleo essencial de tea tree 1%;
● Óleo essencial de lavanda 0,5%;
● Óleo-resina de copaíba 3%;
● Extrato de própolis 5%;
● Extrato de calêndula 5%;
● Nicotinamida 4%;
● Gel qsp 30g;
Aplicar no rosto limpo, evitando a região dos olhos.

Em outro estudo, o óleo essencial de tea tree (melaleuca) demonstrou espantosa eficácia contra o molusco contagioso (MCV), uma doença dermatológica causada por um vírus da família Poxviridae, a mesma do vírus da varíola, caracterizada pelo surgimento de tumores claros sobre a pele, como verrugas, que podem apresentar dor e/ou irritação. Neste caso, o óleo reduziu o número de lesões do MCV por volta de 90% em 9 de 16 crianças testadas; sem qualquer ocorrência de dor, algo bem diferente do que ocorre com a curetagem. Aliás, o terpinen-4-ol é o principal ativo do produto “Molluscum No More”, comercializado nos Estados Unidos para combater esta doença. Ainda, conforme Khalil (2004), em “Regulation of wheal and flare by tea tree oil: complementary human and rodent studies”, o terpinen-4-ol quando aplicado topicamente, tal como a fexofenadina, é capaz de inibir a pápula da pele e a resposta alérgica produzidas pela injeção de histamina; indicando que este constituinte – além da sua ação direta e específica sobre os vírus, bactérias e fungos, também atua sobre a resposta inflamatória anafilática e alérgica. No entanto, pessoas com deficiência seletiva de imunoglobulina A (IgA) podem apresentar algum tipo de reação alérgica quando da aplicação tópica deste constituinte. Por fim, alguns hospitais australianos tem integrado com sucesso o óleo essencial de tea tree ao rol de produtos utilizados para combater a infecção hospitalar. Afinal, como “antisséptico completo“, capaz de aniquilar diversas espécies de microrganismos, ele também se mostra eficaz contra estirpes de bactérias Staphylococcus aureus; naturalmente encontradas na microbiota humana, mas que sob determinadas circunstâncias – proporcionadas pelo ambiente hospitalar, por exemplo – podem provocar graves infecções e levar o paciente a óbito. E não é só, pois, numa concentração de apenas 0,5%, ele também inibe o crescimento de cepas de Staphylococcus aureus resistentes a meticilina (ou MRSA), superbactérias de alta virulência que, atualmente, são responsáveis por milhares de mortes em todo o mundo.

O mecanismo de ação do terpinen-4-ol, principal ativo do óleo essencial de tea tree (melaleuca), ainda não foi totalmente esclarecido pela comunidade científica no que se refere aos vírus. Todavia, uma pesquisa com o vírus influenza, causador da gripe, demonstrou que o terpinen-4-ol é capaz de combinar-se com a hemaglutinina (HA), uma glicoproteína que tem como principal função ligar o vírus ao receptor da célula hospedeira. Desta maneira, cria-se uma “perturbação” no processo de fusão, o que impede o vírus de atacar e entrar em novas células. É possível que o mesmo processo ocorra com o vírus do molusco contagioso.

Formulações Aromaterápicas com Óleo de Tea Tree

● CAXUMBA OU PAROTIDITE, pelo Dr. Jean-Pierre Willem (2018) em “Óleos Essenciais Antivirais”
Informações gerais: na maioria das vezes, caracteriza-se pela inflamação das glândulas salivares situadas sob as orelhas chamadas glândulas parótidas, que reforçam a aparência de inchaço. Trata-se de uma doença de origem viral, a qual é transmitida por gotículas de saliva emitidas por um doente portador do paramixovírus, um grupo de vírus envelopados com genoma de RNA simples de sentido negativo. A infecção pelo vírus da caxumba, conhecida na França como vírus ourlien, ocorre após duas a três semanas de incubação. Em 20% a 30% dos casos, não há qualquer sintoma e a infecção passa despercebida. Todavia, no restante, a inflamação é acompanhada por febre, dor de cabeça, fadiga e perda de apetite. Em alguns casos, certas complicações podem ocorrer, especialmente em adolescentes e adultos, que podem resultar (raramente) em meningite viral, miocardite, surdez e outros. Por fim, os casos de caxumbas são diagnosticados principalmente no inverno e na primavera, muitas vezes por epidemia (em comunidades e escolas).

Formulação:
– OE Cisto (Cistus ladanifer): 2 mL
– OE Eucalipto-radiata (Eucalyptus radiata): 2 mL
– OE Ravintsara (Cinnamomum camphora qt. cineol): 2 mL
– OE Tea Tree (Melaleuca alternifolia): 2 mL
– Óleo Vegetal: 3 mL
– Para crianças a partir de 5 anos e adultos: aplicar de 4 a 5 gotas na mandíbula e no pescoço (sob as orelhas inchadas), 3 a 4 vezes por dia durante 5 dias. Também deve ser usado na prevenção quando a epidemia se instala e começa a causar danos.

● CISTITE, pelo Dr. Jean-Pierre Willem (2018) em “Óleos Essenciais Antivirais”
Informações gerais: a cistite aguda é uma infecção localizada na bexiga urinária. Em 90% dos casos, é causada por bactérias do tipo Escherichia coli, porém outras bactérias e microrganismos podem ser a causa. A infecção ocorre quando a bactéria, naturalmente presente no tubo digestivo, entra na uretra, depois migra-se para a bexiga e começa a se multiplicar. As micções, neste caso, tornam-se frequentes, dolorosas e pouco abundantes.

Formulação:
– OE Eucalipto Polibractea qt. Criptona (Eucalyptus polybractea): 3 mL
– OE Palmarosa (Cymbopogon martinii): 2 mL
– OE Segurelha de Inverno (Satureja montana): 1 mL
– OE Sândalo (Santalum album): 2 mL
– OE Tea Tree (Melaleuca alternifolia): 2 mL
– Aplicar de 6 a 8 gotas da mistura 3 vezes por dia no abdômen inferior e na parte inferior das costas, durante 7 a 10 dias.

(*) as formulações acima foram retiradas da literatura e não exprimem, necessariamente, a opinião deste site. Além disto, antes do início de qualquer tratamento, é expressamente recomendável consultar um profissional de saúde devidamente habilitado.

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Produto: Óleo Essencial de Tea Tree (Melaleuca)
Marca: QUINARÍ
Registro na ANVISA: 25351.183102/2017-65

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Showing 9 comments
  • Ednaldo Queiroga de Lima
    Responder

    Os Óleos Essências e Carreadores faz parte da alma da planta, portanto, sua importância na farmacologia, fitoterapia, fitoprodutos e profilaxia de muitas doenças, é e será sempre um grande caminho para a qualidade de vida da humanidade. Prof Dr Queiroga

  • Gustavo
    Responder

    Olá. Gostei muito desse artigo pois gosto muito desse óleo. Eu havia sido diagnosticado com dermatite seborreica e tenho usado ele e tem funcionado maravilhosamente bem. Eu gostaria, se possível, você analisasse minha receita que fiz onde aplico diariamente duas vezes ou uma vez no meu rosto. Gostaria apenas de uma opinião, se possível. Numa garrafa de 500 ml coloco 25% de vinagre de maçã e o restante de água. Coloco dez gotas do óleo vegetal de coco. E com essa mistura aplico diariamente no rosto com algodão um ou duas vezes. Gostaria de saber se .existe algum feito colateral ou mais alguma informação importante que você possa me dar. Muito obrigado pela atenção.

    • João Freire
      Responder

      Prezado Gustavo, não há nada de errado com a sua formulação. De repente, você poderia ascrescentar algumas gotas de óleo vegetal de semente de uva; para alavancar a emoliencia. PS: o vinagre de maçã + OE melaleuca, aliás, vêm sendo empregado com sucesso em casos de molusco contagioso. Um grande abraço!

  • Gustavo
    Responder

    me esqueci de dizer o mais importante: coloco duas ou três gotas do óleo essencial tea tree.

  • Jéssica Carvalho
    Responder

    Olá, achei muito interessante o artigo! Apesar de ser adulta, tenho molusco e meu alergologista indicou que eu passasse iodo, mas ao pesquisar na internet vi que o iodo arde e queima (já tive essa experiência com a utilização de um ácido que foi extremamente dolorido e me deixou com cicatrizes). Então, gostaria de saber de o oleo de Melaleuca arde e queima, qual a concentrãção que devo comprar e como passá-lo. Muito obrigada!

    • cristiane
      Responder

      Estou lendo a respeito do uso do óleo para tratamento do molusco contagioso.
      Usar diretamente na pele 3 vezes ao dia.
      Como e na minha filha de três anos, estou misturando 1 gota em pequena porção de creme hidratante e aplicando 3 vezes ao dia, tenho medo de irritar a pele.
      Estou gostando do resultado.

  • claudia
    Responder

    Gostaria de saber a indicação de concentração e aplicação do óleo de melaleuca para usar em fungos nas unhas (micoses persistentes)

  • Leonice
    Responder

    Boa tarde
    Comprei o oleo tea tree concentrado, para passar nos moluscos da minha filha, não sei mais o que fazer para acabar com eles, já levei ela em dois dermatologistas é nada q passo adianta, gostaria de saber como uso o óleo de tea tree, puro direto nas verrugas ou misturo com algum produto?

  • Rodrigo
    Responder

    Meu filho teve Moluscos contagiosos e por incrível que pareça uma médica diagnosticou como escabiose ,como verifiquei que não coçava e não teve melhoras o tratamento que ela passou que era passar uma loção 1 vez a cada 7 dias ,só que não esperei esse tempo todo não em dois dias já fui em busca de outra Especialista que disse que era moluscos que eu teria que marcar com um cirurgião Pediatra ,só que vendo esse site verifiquei que as crianças sofria muito com o tratamento como curetagem,raspagem ,laser etc e adquiri o Óleo de Melaleuca da Quinari e foi uma maravilha passei no meu filho e hj não tem mais nada ,muito bom !!!

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