Óleo Essencial de Menta Piperita (ou Hortelã Pimenta)

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Nome

Nome

Óleo Essencial de Menta Piperita / Óleo Essencial de Hortelã Pimenta / Peppermint Essential Oil

Nome Científico

Nome Científico

Mentha
piperita

Componente de Destaque

Componente de Destaque

Mentol/Cânfora de
Hortelã (Menthol)

Descrição

Descrição

Líquido incolor ou ligeiramente amarelado, com forte odor mentolado, primeiro quente e depois fresco.

Principais Aplicações

Principais Aplicações

Fabricação de fragrâncias e perfumes (notas frescas), medicamentos, aromas – em alimentos e bebidas, e produtos de higiene pessoal – sendo o mentol um dos elementos mais empregados na formulação de cremes dentais (refrescância). Na aromaterapia, é indicado como um excelente anestésico, analgésico e refrescante, sendo muito apreciado no tratamento de dores de cabeça e síndrome do intestino irritado.

Escrito por Wagner Azambuja
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Hortelã Pimenta

Híbrida entre a Mentha aquatica (watermint) e a Mentha spicata (spearmint), a Mentha piperita (peppermint/hortelã pimenta) é uma planta nativa da Europa bastante popular no Japão e Estados Unidos (o maior produtor). Apresenta caule quadrangular, que pode chegar a 90 cm de altura, folhas serreadas levemente peludas e flores roxas em espigões. Prefere clima úmido – razão pela qual o melhor tipo provém da Inglaterra – e seu cheiro é forte, penetrante e mentolado. Historicamente, trata-se de uma erva conhecida desde a antiguidade;  onde os romanos, por exemplo, coroavam-se com ela em seus festins, certamente cientes de seus efeitos desintoxicantes. Entre os hebreus, era utilizada na fabricação de perfumes e na Inglaterra, vem sendo comercializada deste 1750!

“A hortelã pimenta é indicada para aquela sensação de estômago revirado ou de cólicas no intestino. É ideal para quem sofre da síndrome do intestino irritável (SII), mal caracterizado por dores abdominais, dispepsia e flatulência. Seus efeitos antiespasmódicos no trato gastrointestinal se devem ao conteúdo do óleo essencial rico em mentol.”

Óleo Essencial de Hortelã Pimenta

O óleo essencial de hortelã pimenta é um líquido incolor ou ligeiramente amarelo, com cheiro próprio e sabor característico, primeiro quente e depois fresco. Pela exposição ao ar, espessa-se e escurece, característica que permite diferenciá-lo do óleo de Mentha arvensis, que apresenta uma coloração amarela brilhante, permanente. Dentre os seus principais constituintes, tem-se o (-)-mentol ou L-mentol (álcool) variando de 36 a 50% e a mentona (cetona), de 15 a 25%. Também contêm acetato mentílico (éster), carvona, jasmona, carvacrol (fenol), limoneno e felandreno (terpenos). Inclusive, a porcentagem de cetonas existente neste óleo pode variar bastante de acordo com vários fatores, como a própria localização das glândulas secretoras da planta, afinal, os óleos obtidos da planta florida podem apresentar cerca de quatro vezes mais mentona do que os extraídos das folhas. Via de regra, a soma dos alcoóis totais e de cetonas existentes neste óleo fica entre 75 e 85%. Seu odor agradável está diretamente relacionado com o conteúdo de alcoóis livres e combinados sob a forma de ésteres, e, como a porcentagem destes constituintes aumenta progressivamente até próximo da floração, recomenda-se efetuar a colheita das hortelãs – para a extração de óleo – até (no máximo) o início deste período. Conforme Placzek (2007) em “Evaluation of phototoxic properties of fragrances”, o óleo essencial de hortelã pimenta não é fototóxico.

Óleo Essencial de Menta Piperita (ou Hortelã Pimenta)

O óleo essencial de hortelã pimenta contém mais de uma centena de constituintes, conhecidos graças ao diversos processos de identificação/separação, como a destilação fracionada seguida de cromatografia de adsorção em colunas de óxido de alumínio. E, para evitar a sua oxidação, é comum o uso de antioxidantes, como ácido di-hidroguaiarético e butil-hidroxianisol.

Aplicações

Este óleo essencial tem ação dupla: refresca no calor e aquece no frio. Isto torna-o um ótimo remédio para resfriados, reduzindo a mucosidade e a febre. É útil no tratamento de problemas respiratórios em geral, como tosse seca e congestão nasal. Acredita-se que seja benéfico aos tratamentos de asma, bronquite, cólera, pneumonia e tuberculose. Sua ação sobre o sistema digestivo é de extrema importância, especialmente em condições agudas, e tem um efeito relaxante e levemente anestésico sobre os músculos do estômago. Parece combater a intoxicação alimentar e tratar casos de vômito, diarreia e prisão de ventre, flatulência, mau hálito, cólica, cálculos biliares e náuseas. Suas qualidades estimulantes são valiosas no tratamento do enfraquecimento geral dos membros, além de choques, vertigens, anemia, tonturas e desmaios – produzindo um tônico cardíaco e mental. Sua ação refrescante e analgésica parece tratar dores de cabeça, enxaquecas e dores de dente. Aliás, estudos comprovam que este óleo tem eficácia semelhante ao paracetamol (acetaminofeno) no alívio de cefaleias de tensão. É um excelente remédio para dores nos pés, além de proporcionar algum alivio em casos de reumatismo, nevralgia e desconforto muscular. A menstruação escassa, as cólicas menstruais e a inflamação nos seios podem reagir bem à ação deste óleo. Na pele, por remover congestões tóxicas, pode ser útil em casos de dermatite, sarna e prurido. Em virtude da constrição capilar, sua ação é refrescante e pode aliviar coceiras, inflamações e queimaduras de sol. Também amacia a pele, ajuda a remover cravos e é eficaz no tratamento da oleosidade da pele e cabelo. Por fim, trata-se de um excelente repelente natural de insetos, o qual promove, de acordo com estudos, 100% de repelência contra o Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e vírus zica.

Até o momento, não se conhece com exatidão o mecanismo de ação do (-)-mentol (o principal componente deste óleo), porém, alguns estudos sugerem que seu efeito analgésico esteja relacionado com a ativação dos receptores opioides do tipo kappa. Ou seja, com a ativação destes receptores, que estão localizados na superfície das células e são responsivos a cetociclazocina, dá-se início a uma série de reações químicas (com trocas do íon cálcio – Ca2+), onde, ao final da cadeia, impedem a excitabilidade neuronal e/ou a propagação dos potenciais de ação; terminando com a analgesia. Por estas razões, é muito comum o emprego do mentol e de óleos mentolados (como este) em formulações farmacêuticas e cosméticas; como em produtos para dores musculares, problemas respiratórios, etc., e como aromatizante em produtos de higiene bucal. Além disto, conforme Shams (2015) em “Peppermint oil: clinical uses in the treatment of gastrointestinal diseases”, o óleo essencial de hortelã pimenta é um excelente remédio para quem sofre da síndrome do intestino irritável (SII), mal caracterizado por dores abdominais, dispepsia, flatulência, diarreia e cãibras, afinal, o (-)-mentol – por reduzir o influxo dos íons cálcio – é capaz de relaxar a musculatura dentro do trato gastrointestinal. Há, inclusive, medicamentos comerciais formulados com este óleo para o tratamento da SII à venda no Brasil e no exterior. Todavia, engana-se quem pensa que ingerir, simplesmente, o óleo de hortelã pimenta obterá resultados favoráveis no combate a SII. Isto porque para atingir o trato gastrointestinal e cólon, o óleo deve estar sob uma forma farmacêutica com revestimento entérico de liberação retardada, pois, do contrário, ele (o óleo) não alcança os sítios de ação desejados. Ou seja, para o tratamento da SII, a simples ingestão deste óleo em sua forma natural não é capaz de trazer ao paciente resultados positivos. Inclusive, a sua liberação inadequada no trato gastrointestinal superior pode induzir ao relaxamento do esfíncter esofágico inferior, resultando em refluxo e azia. Em resumo: para o tratamento da SII, o óleo de hortelã pimenta deve ser manipulado (geralmente a 0,2 mL) e disponibilizado ao paciente em cápsulas com revestimento entérico.

De acordo com Grigoleit (2005), em “Pharmacology and preclinical pharmacokinetics of peppermint oil”, o óleo essencial de hortelã pimenta é um ótimo redutor da pressão arterial (hipotensor), afinal, conforme já exposto, o (-)-mentol age como um bloqueador dos canais de cálcio, tal como a nicardipina, anlodipino, verapamil e diltiazem – fármacos amplamente utilizados no tratamento da hipertensão. Isto significa que, ao reduzir o influxo dos íons cálcio, o (-)-mentol dilata os vasos sanguíneos sistêmicos e reduz o tônus das artérias e arteríolas, o que diminui a resistência do sangue bombeado pelo coração resultando no efeito hipotensor. Isto explica, inclusive, as observações de De Smet (1992) em “Adverse effects of herbal drugs”, que relatou um quadro de bradicardia por usuários de cigarros de menta. Por fim, no que se refere a ingestão, uma última informação importante: a ingestão de produtos que contêm (-)-mentol, como balas, sorvetes e medicamentos com aroma de hortelã, bem como de óleos essenciais mentolados, deve ser evitada por pessoas que possuem deficiência de G6PD, ou glicose-6-fosfato desidrogenase, um grupo de enzimas que naturalmente protegem as hemácias de eventos oxidativos. No caso do mentol, as G6PDs estão diretamente envolvidas no seu processo de metabolização, e, sua ausência, pode provocar o rompimento dos glóbulos vermelhos, infecções ou outros fatores de estresse quando da ingestão deste álcool monoterpênico. Em bebês com deficiência de G6PD, o quadro de icterícia (amarelão) – causado pelo aumento de bilirrubina no sangue em função da hemólise (rompimento dos glóbulos vermelhos), pode ser grave e, quando isto acontece, demanda de cuidados imediatos. (*) No mundo todo, estima-se que cerca de 400 milhões de pessoas possuem deficiência de G6PD! Quanto à posologia “geral” para este óleo, Robert & Young (2014) em “Essential oil safety” recomenda: 5,4% para uso tópico e 152 mg/dia (máximo) para uso oral, ambos em adultos.

(*) o óleo essencial de hortelã pimenta não deve ser utilizado durante a gravidez.

De acordo com Grigoleit (2005), em “Pharmacology and preclinical pharmacokinetics of peppermint oil”, o óleo essencial de hortelã pimenta é um ótimo redutor da pressão arterial (hipotensor), afinal, o (-)-mentol age como um bloqueador dos canais de cálcio, o que dilata os vasos sanguíneos sistêmicos e reduz o tônus das artérias e arteríolas, diminuindo assim a resistência do sangue bombeado pelo coração. Este é, inclusive, o mesmo mecanismo de ação de fármacos como a nicardipina, anlodipino, verapamil e diltiazem, bloqueadores clássicos dos canais de cálcio amplamente utilizados no tratamento da hipertensão.

Campo Sutil

Tal como os seres humanos, todo óleo essencial libera um campo energético elétrico muito poderoso. Estas ondas, eletromagnéticas, são “medidas” em Hertz e a dos óleos essenciais começam em 52 MHz, para o de manjericão, e vão até 320 MHz, para o de rosa. De acordo com o Dr. Robert O. Becker, em seu livro “The Body Electric”, o estado de saúde de um indivíduo pode ser determinado de acordo com os seus níveis de frequência, cujo corpo saudável vibra no intervalo de 62 a 68 MHz. Assim, quando a frequência individual sofre uma queda, o corpo fica vulnerável (susceptível a doenças) e adoece. Exemplos: estudos mostram que a frequência de uma pessoa gripada gira em torno de 58 MHz, de alguém com cândida 55 MHz, com herpes-vírus 52 MHz e com câncer abaixo de 42 MHz. Diante disto, é óbvio que a manutenção, bem como o restabelecimento (em caso de doenças), da frequência energética do indivíduo é algo de fundamental importância e isto é possível através da aromaterapia, conforme citam vários autores. O óleo essencial de hortelã pimenta, de acordo com Dra. Anne-Marie Giraud (2018) em “Óleos Essenciais e Câncer”, vibra na frequência de 78 MHz o qual, quando em contato com o ser humano – até mesmo pela simples inalação, é capaz de entrar numa espécie de “sintonia” com a frequência corporal, elevando-a. Ou seja, a energia naturalmente presente neste óleo pode, por meio da interação molecular (sutil), equilibrar o estado energético do indivíduo vulnerável ou já adoecido, fortalecendo-o. Trata-se, em última análise, da natureza buscando o seu equilíbrio próprio; equalizar-se. PS: a título de comparação, sabe-se que as ervas frescas têm uma frequência de 20 a 27 MHz, as ervas secas de 12 a 22 MHz e os alimentos enlatados nenhuma frequência mensurável.

De acordo com Adriana Nunes Wolffenbuttel (2011) em “Base da Química dos Óleos Essenciais e Aromaterapia”, o “sutil” é algo delicadamente perceptível. Assim sendo, os óleos essenciais, de modo similar aos medicamentos homeopáticos e antroposóficos, atuam no nível físico (por meio de toda a dinâmica bioquímica), no nível intuitivo, não consciente (por meio do sistema límbico) e também no nível vibracional, assim como os sistemas florais (por meio da energia sutil). Ou seja, no campo sutil, os óleos essenciais são capazes de regenerar e restabelecer um organismo doente e debilitado, pois ao equilibrar as frequências deste organismo, eles servem como barreira à ação de microrganismos patogênicos: fungos, bactérias e vírus.

Formulações Aromaterápicas com Óleo de Hortelã Pimenta

FEBRE CHIKUNGUNYA, pelo Dr. Jean-Pierre Willem (2018) em “Óleos Essenciais Antivirais”
Informações gerais: a febre chikungunya é uma doença tropical, infecciosa e viral, transmitida aos seres humanos por mosquitos infectados das espécies Aedes que picam durante o dia. O vírus inoculado pertence ao grupo dos alfavírus (família Togaviridae), que é transmitido pelo sangue. O nome “chikungunya” significa “doença que quebra os ossos” em referência as fortíssimas dores nas articulações associadas à rigidez, o que dá aos pacientes infectados uma postura curvada característica. Os sintomas, que inicialmente são semelhantes aos de uma gripe, como febre e dores articulares intensas, exantemas, dores abdominais, náuseas e uma grande fadiga, só aparecem após uma incubação de 2 a 12 dias, em média. Em casos mais graves, algumas complicações neurológicas podem ocorrer, especialmente em recém-nascidos e idosos.

Formulação (para o alívio dos sintomas e ação coadjuvante na eliminação da carga viral):
– OE Camomila-Romana (Anthemis nobilis): 3 mL
– OE Wintergreen (Gaultheria procumbens): 3 mL
– OE Lavanda (Lavandula angustifolia): 3 mL
– OE Eucalipto Citriodora (Corymbia citriodora): 2 mL
– OE Capim Limão (Cymbopogon citratus): 4 mL
– OE Hortelã Pimenta (Mentha x piperita): 3 mL
– Óleo Vegetal Macerado de Arnica (qsp): 30 mL
– Aplicar 5 a 7 gotas sobre as áreas doloridas, 3 a 5 vezes por dia até a cura.

HEPATITES VIRAIS, pelo Dr. Jean-Pierre Willem (2018) em “Óleos Essenciais Antivirais”
Informações gerais: trata-se da inflamação dos tecidos do fígado que pode ser causada por diversos agentes, como vírus, medicamentos e álcool. Atualmente, no que se refere aos vírus, há pelo menos cinco agentes patogênicos, como os vírus A, B, C, D e E, cujas hepatites se diferenciam pelo modo de contaminação, pela evolução e prevenção. A hepatite A é contagiosa pelo contato direto com as mãos ou com água suja. A hepatite B é transmitida pelo sangue (transfusão sanguínea ou agulha mal esterilizada) ou pela via sexual, tal como as hepatites C e D. Esta última, inclusive, só pode ser desenvolvida em indivíduos já infectados com o vírus da B. Por fim, a hepatite E, de ocorrência rara no Brasil, é transmitida pelo contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus. Os sinais clínicos, muitas vezes, lembram os da gripe (febre, dores nas costas, dores de cabeça, etc.), mas ficam claros assim que a icterícia aparece acompanhada de urina escura e descoloração das fezes.

Formulação:
– OE Manjericão Exótico qt. Estragol (Ocimum basilicum): 3 mL
– OE Ledum ou Chá da Groelândia (Ledum groenlandicum): 1 mL
– OE Tomilho qt. Tuianol (Thymus vulgaris): 2 mL
– OE Hortelã Pìmenta (Mentha x piperita): 3 mL
– OE Limão Siciliano (Citrus limon): 5 mL
– Gel neutro ou óleo graxo qsp: 100 mL
– Aplicar um pouco de gel (contendo de 6 a 8 gotas da mistura acima), 3 vezes ao dia na forma de unção na região do fígado.

(*) as formulações acima foram retiradas da literatura e não exprimem, necessariamente, a opinião deste site. Além disto, antes do início de qualquer tratamento, é expressamente recomendável consultar um profissional de saúde devidamente habilitado.

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Produto: Óleo Essencial de Hortelã Pimenta
Marca: QUINARÍ
Registro na ANVISA: 25351.179823/2017-50

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Showing 15 comments
  • Osmar
    Responder

    Bom dia Gostaria de uma amostra de “Óleo de menta e Mentol Cristalizado” para avaliação.

    Empresa: Natural Ervas
    Rua: Enedir cunha Reis Nº 22
    Bairro: Caiçara
    Telefone: (28) 35267750 ou (28) 3521-5373
    Cidade: Cachoeiro de Itapemirim
    CNPJ: 03021976000139
    Inscriçao: 082013330
    CEP: 29312-040
    E-mail: naturalervas@ig.com.br

  • Valter
    Responder

    O óleo essencial de hortelã-pimenta apresenta ações antimicrobiana e espasmolítica e é considerado o responsável pelas atividades carminativa e eupéptica da planta. Até o hidrolato de hortelã-pimenta, que consiste em uma solução saturada do óleo em água, está presente em algumas farmacopéias, inclusive no USNF 18.

  • Valter
    Responder

    O óleo essencial de hortelã pimenta está presente na maioria das farmacopéias, inclusive na F.Bras. II, USNF 18 e na Farmacopéia Européia, a qual preconiza um teor de mentol entre 30 e 55%, de mentona entre 14 e 32% e valores limites quanto aos teores de pulegona e mentofurano, componentes indesejáveis pela ação hepatotóxica, entre outras exigências.

  • Aldori Dornelles
    Responder

    Boa Tarde.
    Por gentileza, fui informado que o OLEO DE HORTELÃ PIMENTA é muito bom para o aparelho digestivo, isso é correto e, ele deve ser INGERIDO pelo paciente ou é utilizado somente sobre a pele???????
    Aguardo por sua resposta.
    Muito obrigado.

    • kauê
      Responder

      Pode ser usado na pele sim desde que ela não seja sensível ao óleo essencial ou esteja machucada e também Pode ser colocada nas temporas para dor de cabeça.

  • Luis Antonio
    Responder

    O óleo pode ser INGERIDO???

  • monique
    Responder

    Pode ser ingerido ?
    Pois vi em outro site que deve ser misturado algumas gotas na água e ingeri-lo.
    Isso esta correto?
    Att.

  • carlos Apereira
    Responder

    senhores tenho interesse em saber mais informações sobre hortelã pimenta e suas essência . aguardo .

  • Glauber Oliveira
    Responder

    Sim. O óleo essencial de hortelã-pimenta pode ser ingerido. Porém, o recomendado é de 1 gota para cada meio litro. Tomo 30 minutos antes dos treinos de corrida, para baixar a temperatura corporal e aumentar o desempenho, devido a isso.

  • Esrom Corrêa Huguenim
    Responder

    Gostaria de ser informado sobre a dose diária.
    Obrigado.
    Esrom

  • Milena Risuenho
    Responder

    Boa tarde,
    Vi que a hortelã- Pimenta é bom para enjoo, Mas não pode ser usado por grávidas, teria algum óleos indicado para substituir?

    Obrigada!

  • Daniele
    Responder

    Como deve ser administrado para pessoas que desejam auxílio na Síndrome do intestino irritável???
    Obrigada

  • Mara
    Responder

    Sofro com gases e cólicas intestinal..como posso fazer uso da menta pimenta pra me ajudar nesse caso?em capsulas manipuladas ou na ingestão do óleo?

  • Zulene saturno
    Responder

    Os óleos essenciais devem ser usados sob orientação de um pessoa habilitada,
    mesmo sendo naturais, os componentes químicos das plantas precisam ser metabolizados pelo sistema digestório. Os óleos essenciais podem ser ingeridos, com a necessidade de uma avaliação prévia! Cada caso é um caso.
    O que precisa ser levado em consideração fortemente é o método de extração dos óleos.

  • Maria perpetua socorro silva maduro
    Responder

    Olá bom dia ..Eu sou adepta a produtos naturais e ja uso esse produto a muitos anos .e pelo fato de sempre indicar lo pra amigos . Eu pensei abri uma loja q venda produtos como esse e outros tipos ..sei q sera muito bom pra tds que usarem e fará uma grande diferença em valor é eficácia pra quem estiver usando.

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