Óleo Essencial de Eucalipto Globulus

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Nome

Nome

Óleo Essencial de Eucalipto Globulus / Eucalyptus Globulus Essential Oil

Nome Científico

Nome Científico

Eucalyptus
globulus

Componente de Destaque

Componente de Destaque

1,8-Cineol /
Eucaliptol (eucalyptol)

Descrição

Descrição

Líquido incolor ou ligeiramente amarelado de cheiro forte (medicinal) e de sabor picante, primeiro quente e depois fresco.

Principais Aplicações

Principais Aplicações

Na fabricação de fragrâncias e perfumes (nota canforada, eucaliptol), de alimentos e bebidas, como flavorizante, e de medicamentos – integrando diversas formulações expectorantes. Na aromaterapia, é bastante empregado para o controle e alívio da tosse, chiado no peito, bronquite aguda e crônica, e infecções respiratórias.

Escrito por Wagner Azambuja
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Eucalipto Globulus

A árvore de Eucalipto globulus (Eucalyptus globulus), embora muito cultivada em Portugal, foi descoberta na Ilha da Tasmânia (um estado da Austrália) em 1792. Pertencente à família Myrtaceae, trata-se de uma espécie florestal de crescimento rápido, capaz de produzir árvores de até 55 metros de altura – mas pode, raramente, ultrapassar os 90 metros. Apresenta tronco ereto e esguio, folhas alongadas e contorcidas em forma de foice e flores esbranquiçadas cuja floração ocorre em setembro e outubro. Seu óleo essencial, extraído por destilação a vapor das suas folhas e ramos, é rico em eucaliptol e vem sendo extraído há décadas em países como Espanha e Portugal.

“No Brasil, as primeiras destilações de óleo de eucalipto ocorreram em 1941 e 1942, em caráter experimental. Entretanto, em 1944 a produção já era de 2 toneladas e em 1946, 12 toneladas.”

Cultivo

O plantio de Eucalipto globulus exige solos com boa drenagem e bom abastecimento de água, como os argilo-arenosos. De um modo geral, devem ser evitados solos calcários, havendo preferência por solos com valores de pH entre 5 e 7. Há relatos de plantio desta espécie em vales, encostas e em cumes de montanhas no Peru e Bolívia, a 4.000 metros de altitude. O E. globulus apresenta uma boa capacidade de brotação, podendo chegar a até 2 ciclos de produção vegetativa após a primeira exploração integral, quando então ocorre uma redução de produção. Durante o corte, é necessário zelar para que permaneçam cepos de 12 cm de altura, com casca intacta, a fim de que possa surgir rebrotação em quantidade suficiente. Para a produção de óleo essencial, são utilizados espaçamentos adensados, sendo usual a média de 5000 plantas por hectare. Assim, aos 18 meses de idade, deve-se ocorrer o primeiro corte, conduzindo a regeneração da cepa por meio de brotação. Esta primeira coleta das folhas é realizada, normalmente, entre maio e junho, definido em função da baixa quantidade de chuvas, o que facilita a coleta das folhas e não prejudica a brotação. Nos anos seguintes, a cada processo de coleta das folhas, deve-se deixar apenas um broto por cepa, cortando-se os demais para extração de óleo.

Óleo Essencial de Eucalipto Globulus

O óleo essencial de eucalipto globulus é um líquido incolor ou ligeiramente amarelado, por vezes acastanhado ou esverdeado, de cheiro forte e próprio, e de sabor picante, primeiro quente e depois fresco. Seu rendimento é variável, mas gira em torno dos 0,8%, podendo chegar a 1% no verão e com as folhas meio-secas. Seu constituinte principal é o eucaliptol, ou 1.8-cineol, com porcentagens que variam de 70 a 75%. De acordo com a Farmacopeia Brasileira, a espécie de eucalipto cujas folhas contém, no mínimo, 0,8% de óleo essencial, sendo este formado por pelo menos 70% de eucaliptol, é uma droga vegetal. Portanto, o óleo que se enquadra nestas especificações, é classificado como óleo medicinal, sendo destinado à fabricação de produtos farmacêuticos, como inalantes, estimulantes de secreção nasal e produtos de higiene bucal ou, simplesmente, como flavorizante em medicamentos. No Brasil, a principal espécie produtora deste tipo de óleo é, de fato, a Eucalyptus globulus, cuja concentração de eucaliptol pode ser determinada pelo método do ponto de solidificação com o-cresol. Além do eucaliptol, tem-se, ainda neste óleo, 15% de alfa-pineno, 5% de pinocarveol, 2% de sesquiterpênos, 1 a 2% de aldeído isovalérico e vestígios de álcool amílico. Inclusive, os aldeídos, representados em especial pelo isovaleral, são os responsáveis pela “ardência” deste óleo, que provoca tosse.

Óleo Essencial de Eucalipto Globulus

O óleo essencial de eucalipto globulus é comumente retificado para eliminar os aldeídos e elevar o seu conteúdo de eucaliptol a valores superiores a 70%, tornando-o ideal para aplicações medicinais.

Aplicações

Internamente, óleo de eucalipto globulus é usado como um anti-séptico balsâmico nas afecções do aparelho respiratório e das vias urinárias. É comum, por exemplo, seu uso sob a forma de inalações, como agente expectorante. Afinal, além do eucaliptol controlar a hipersecreção, ele relaxa a musculatura dos brônquios, o que alivia a tosse, o chiado, o aperto no peito e a falta de ar. Na Alemanha, inclusive, este componente é comercializado em cápsulas de 100 mg para o tratamento de bronquite aguda e crônica, sinusite e infecções respiratórias. Além disto, este óleo apresenta propriedades anti-inflamatórias igualmente comprovadas, razão pela qual os aborígenes australianos, há séculos, já cobriam suas feridas com as folhas desta árvore. Em 1989, um estudo conduzido por Williams e Barry, intitulado “Essential oils as novel human skin penetration enhancers”, demonstrou que o óleo de eucalipto globulus (em associação) aumenta em até 34 vezes a absorção dérmica do fluorouracil (5-FU), um medicamento usado no tratamento tópico de cânceres de pele basocelulares e espinocelulares. Este foi, aliás, um dos estudos que motivou a indústria farmacêutica a investir ainda mais nesta área, a qual passou a empregar, em maior escala, óleos essenciais como veículos (carreadores) para vários princípios ativos. Por fim, o óleo de eucalipto globulus também é bastante empregado na indústria de alimentos (sobretudo na aromatização de balas), de cosméticos e de perfumes, estando presente, por exemplo na fórmula do Lacoste Booster. (*) a indústria de domissanitários, ao contrário, costuma optar por outras espécies de eucalipto para a fabricação de seus produtos, como o citriodora, comercialmente mais barato.

Sabe-se que o tratamento de longa duração com opioides, a exemplo da morfina, que são analgésicos “de escolha” para o tratamento de muitos tipos de dores agudas e crônicas, produz a ativação do fator nuclear NF-kB em neurônios corticais humanos; o que induz, consequentemente, a tolerância a esta classe de medicamentos. O óleo essencial de eucalipto globulus, de acordo com Tisserand & Young (2014), em “Essential Oils Safety”, é então capaz de bloquear a ativação do NF-kB, o que reduz esta tolerância natural e, com isto, melhora as respostas dos opioides aos tratamentos (de longa duração). Além disto, cresce o emprego deste óleo em formulações – de inseticidas à medicamentos – para a indústria veterinária. Afinal, o eucaliptol mostra ótimos resultados no controle de isolados resistentes de Boophilus microplus, uma espécie de carrapato que, nos últimos anos, tornou-se um grande problema da bovinocultura brasileira, uma vez que é responsável por consideráveis perdas econômicas e pela transmissão de hemoparasitos causadores da “tristeza parasitária“. Além do B. microplus, o óleo também mostra-se ativo contra a broca Rhyzopertha dominica (F.) e o besouro Tribolium castaneum (Herbst), causadores de grandes perdas econômicas na estocagem de cereais. Há, também, um produto da Ayurvet chamado AV/EPP/14 formulado com Cedrus deodara 2 g, Pongamia glabra 0,5 g, Azadirachta indica 0,3 g, Eucalyptus globulus 0,2 g e Acorus calamus 0,2g que demonstra ótimos resultados contra piolhos e pulgas de cães, carrapatos de cães, carrapatos de bovinos e piolhos de búfalos. Em todos estes casos, os produtos apresentam baixa toxicidade aos mamíferos, rápida degradação e lento desenvolvimento de resistência, fatores de grande apelo comercial atualmente.

Em 1989, um estudo conduzido por Williams e Barry, intitulado “Essential oils as novel human skin penetration enhancers”, demonstrou que o óleo de eucalipto globulus (em associação) aumenta em até 34 vezes a absorção dérmica do fluorouracil (5-FU), um medicamento usado no tratamento tópico de cânceres de pele basocelulares e espinocelulares.

Mecanismo de Ação do Eucaliptol (1,8-cineol)

Conforme já exposto, os óleos essenciais que contêm 1,8-cineol como constituinte majoritário (ou expressivo), como os de eucalipto globulus e cajepute, são bastante utilizados na aromaterapia contra as mais diversas infecções do sistema respiratório superior e inferior, como bronquite, rinite, asma e outras. Não é para menos, pois, de acordo com vários estudos, este monoterpeno de fato pode ajudar nestes casos – o qual já possui, inclusive, alguns dos seus mecanismos de ação elucidados e esclarecidos. De acordo com U. R. Juergens e colaboradores (2003), em “Anti-inflammatory activity of 1.8-cineol (eucalyptol) in bronchial asthma: a double-blind placebo-controlled trial”, o 1.8-cineol age suprimindo a produção de alguns mediadores, como leucotrienos (LT) LTC4 e LTD4, seus precursores (5-HETE) e alguns prostanóides (PGD2, PGF2), que – sob certas condições – estimulam a produção de muco pelas células epiteliais das vias aéreas humanas. Ou seja, o 1.8-cineol é capaz de frear alguns dos mecanismos que resultam na produção de muco. Todavia, conforme a doença (e o grau dela), a produção de muco pode não ser suprimida em sua totalidade, evidenciando, portanto, outra característica do 1.8-cineol: de expectoração, afinal, ele também atua reduzindo a viscosidade do muco – facilitando assim a sua eliminação. Além disto, de acordo com o estudo “Is Myrtol® Standardized a New Alternative toward Antibiotics?”, de Maria Paparoupa e Adrian Gillissen (2016), o 1,8-cineol é capaz de interferir na ativação dos leucócitos, que, em linhas gerais, são as células responsáveis por “defender” o organismo humano. Agindo desta forma (na ativação dos leucócitos), o 1.8-cineol inibe o aparecimento de espécies reativas de oxigênio – que são moléculas que podem causar graves danos às células epiteliais alveolares. Isto significa que o 1.8-cineol, mais uma vez, pode ser considerado um potente aliado no combate a diversas infecções (agudas e crônicas) do sistema respiratório superior e inferior, afinal, sabe-se que muitos processos inflamatórios são acompanhados e/ou iniciados pela produção destes radicais de oxigênio.

Como exemplo de eficácia e eficiência do 1,8-cineol nestas situações, tem-se o GeloMyrtol®, um medicamento fabricado na Alemanha pelo laboratório Pohl Boskamp cujos ativos são um blend padronizado dos óleos essenciais de eucalipto, laranja, louro e limão – tendo o 1,8-cineol como ativo majoritário (contendo também d-limoneno e alfa-pineno). Lá, o GeloMyrtol® é indicado para o tratamento de rinossinusite aguda e crônica, bronquite aguda e crônica e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), com o “apelo” comercial de ser uma alternativa a antibioticoterapia em função da resistência bacteriana e dos efeitos colaterais. No GeloMyrtol®, de acordo com Tisserand e Young (2014), em “Essential Oil Safety”, a biodisponibilidade do 1,8-cineol é de 95,6%, o qual reduz significativamente a liberação de citocinas – que são moléculas que atuam no sistema imunológico, acelerando o processo inflamatório para “lidar” com a infecção – e reduz a produção de espécies reativas de oxigênio (que também podem desencadear uma inflamação). Além disto, a sinergia do GeloMyrtol® é capaz de inibir a liberação de TNF-alfa, o fator de necrose tumoral que, dentre outras funções, ajuda a promover o processo inflamatório sistêmico ou local. Inclusive, sabe-se que uma descompensação nos níveis de TNF-alfa pode estar associada a alguns tipos de câncer, lúpus eritematoso sistêmico (LES), psoríase, doenças pulmonares e outras. Por isto, fica evidente que o GeloMyrtol®, de fato, é capaz de atenuar a inflamação e, em paralelo, reduzir a produção de muco e atuar como expectorante (mucolítico, secreolítico e secretomotor) – em grande parte, pela ação do 1,8-cineol.

Formulações Aromaterápicas com Óleo de Eucalipto Globulus

● BRONQUITE, pelo Dr. Jean-Pierre Willem (2018) em “Óleos Essenciais Antivirais”
Informações gerais: é uma inflamação da mucosa da traqueia e dos brônquios que resulta no espessamento das paredes, na abundância de muco e na paralisia dos pequenos cílios vibráteis responsáveis por eliminar o muco para fora. Disto, resulta um acúmulo de muco carregado de pó e microrganismos cuja inflamação pode se complicar rapidamente por febre, tosse e expectoração (cada vez mais) difícil. Embora a sua origem seja, geralmente, infecciosa (bacteriana ou viral), a bronquite pode também ser alérgica ou de causas químicas ou mecânicas. Para crianças até os 12 a 14 anos, deve-se diminuir as proporções abaixo à metade.

Formulação:
No início ou na prevenção
– OE Eucalipto (Eucalyptus globulus): 2 mL
– OE Eucalipto-radiata (Eucalyptus radiata): 3 mL
– OE Niaouli (Melaleuca quinquenervia qt. cineol): 2 mL
– OE Ravintsara (Cinnamomum camphora qt. cineol): 2 mL
– Óleo Vegetal: 5 mL
– Massagear o peito 2 a 3 vezes por dia durante 5 a 10 dias, dependendo da evolução.
Na fase aguda
– OE Orégano-compacto (Origanum compactum): 1 mL
– OE Ravintsara (Cinnamomum camphora): 4 mL
– OE Eucalipto-radiata (Eucalyptus radiata): 2 mL
– OE Niaouli (Melaleuca quinquenervia qt. cineol): 3 mL
– Óleo Vegetal: 15 mL
– Aplicar 10 a 15 gotas no tórax e costas, 4 vezes por dia, até a melhora sensível.

● PNEUMOPATIAS, pelo Dr. Jean-Pierre Willem (2018) em “Óleos Essenciais Antivirais”
Informações gerais: o termo abrange todas as patologias que afetam os pulmões, sejam elas agudas ou crônicas. Podem ter origem infecciosa ou não, tais como nas alergias e fibroses. Numa pneumonia, por exemplo, os alvéolos pulmonares, os brônquios e o tecido intersticial (que circunda as diferentes estruturas pulmonares) são afetados e os sintomas mais comuns são a tosse seca ou produtiva, dor no peito, febre e dificuldade em respirar, com dor aguda durante inspirações profundas.

Formulação:
– OE Ajowan (Trachyspermum ammi): 2 mL
– OE Canela-da-China ou Cássia (Cinnamomum cassia): 2 mL
– OE Eucalipto (Eucalyptus globulus): 3 mL
– OE Eucalipto-radiata (Eucalyptus radiata): 3 mL
– Aplicar 8 a 10 gotas da mistura no tórax e na parte superior das costas, 4 a 6 vezes por dia por 15 dias.

(*) as formulações acima foram retiradas da literatura e não exprimem, necessariamente, a opinião deste site. Além disto, antes do início de qualquer tratamento, é expressamente recomendável consultar um profissional de saúde devidamente habilitado.

Comprar Óleo Essencial de Eucalipto Globulus

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Produto: Óleo Essencial de Eucalipto Globulus
Marca: QUINARÍ
Registro na ANVISA: 25351.179906/2017-91

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Showing 12 comments
  • jucier do hepravida
    Responder

    gostaria de compra. favor enviar orçamento…. 88.88287128

    • admin
      Responder

      Amigo, você pode adquirir o óleo essencial de Eucalipto Globulus (frascos com 10ml) no site da QUINARI:
      http://www.quinari.com.br
      É tudo muito fácil!
      Basta fazer o cadastro e pronto…
      Quanto ao valor do frete, não se preocupe! Afinal o sistema calculará e lhe apresentará o valor antes do fechamento do pedido. Ok?
      Um abraço.

  • LOIDE
    Responder

    preciso comprar oleo de eucalipto para fabricacao de desinfetante em PORTUGAL

    • Hotelpor Sá
      Responder

      iniciei a produção de óleos essenciais pelo que tenho para venda óleo de eucalipto , pinho e esteva.Caso esteja interessado agradeço o seu contacto.

    • fernando carreiras
      Responder

      fccarreiras@gmail.com……podemos conversar.
      contato : 933455162
      obrigado

  • marcos
    Responder

    Olá
    Tenho uma grande plantação de eucalipto no norte catarinense, aproximadamente uns 10 mil pés de eucalipto plantado; gostaria de saber o metodo de extração do eucalpitol para poder comercializar esse produto.

  • Guilherme Fuentes
    Responder

    Prezado Senhor Marcos, pode-me contatar seu Assessor Técnico em projetos de extracçâo de Oleos Essenciais. 48-8854-2027 , Jacinto Machado, SC.

    Atenciosamente,

    Guilheme Fuentes

  • Ricardo
    Responder

    A saber…

    Há cerca de 300 espécies de árvores de eucalipto, sendo algumas das mais altas do mundo.

    A árvore de Eucaliptus amygdalin às vezes atinge 150 metros, sendo mais alta do que a sequóia ou Califórnia big (Sequoia gigantea).

    A árvore de Eucaliptus globulus é a variedade mais conhecida e atinge uma altura de mais de 110 metros.

  • Rita Serpa Barata
    Responder

    Gostaria de saber se alguém conhece quem esteja a comprar eucaliptum para extracção de oleos em Portugal, uma vez que possuo uma exploração de eucaliptum babby blue e estou a iniciar a poda, seria uma pena ter de deitar tanta quantidade para o lixo. Obrigada

  • francisco r martinez junior
    Responder

    O oleo de eucalipitoglobulos posso misturar no mel de abelha, para tomar em qqual a quantidade por um litro de mel. obrigado . aguado sua resposta.

  • Mario Zan
    Responder

    Prezados trabalhei durante 15 anos na Dierberger oleos essenciais quando ela foi transferida d e São Paulo capital para o interio Barra Bonita. minha função Encarregado de manutenção de equipamentos tanto da area de reação de destilação bruta como destilaria de refino isto foi 1976 a 1992.
    Projetei e montei duas unidade de destilção de alfabisabolal paras as Empresas Puritta e Citroleo regiao de Torrinha, hoje atualmente estou morando no Paraguay, Fis parte da reformas de noves colunas de destilação para extração de Etanol de cereais da Empresa INPASA hoje a maior usina de etanol de cereais da Amarica Latina.

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