Óleo Essencial de Cedro

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Nome

Nome

Óleo Essencial de Cedro / Cedarwood Essential Oil

Nome Científico

Nome Científico

Juniperus virginiana

Componente de Destaque

Componente de Destaque

Cedrol

Descrição

Descrição

Líquido viscoso amarelado ou ligeiramente âmbar com odor amadeirado seco, típico de lápis.

Principais Aplicações

Principais Aplicações

Bastante empregado na fabricação de fragrâncias e perfumes (nota amadeirada seca). Na aromaterapia, é utilizado como sedativo, relaxante, antisséptico, adstringente (portanto útil contra a acne) e repelente de insetos.

Escrito por Wagner Azambuja
Curso de Aromaterapia

Cedro Vermelho

O cedro vermelho (Juniperus virginiana) é uma árvore de madeira compacta, resistente e de baixa densidade facilmente encontrada nos Estados Unidos e Canadá. Nativa da América do Norte, trata-se de uma conífera dióica, por vezes considerada invasora, que pode atingir até 60 metros de altura. Muito aromática, sua madeira é bastante utilizada na fabricação de móveis e lápis nos EUA, razão pela qual esta árvore também é conhecida por “pencil cedar”, o cedro do lápis. Entretanto, o cedro vermelho não é um cedro legítimo, ou seja, pertencente ao gênero “Cedrus”, como o cedro do Líbano (Cedrus libani) ou cedro do Himalaia (Cedrus deodara). Mas é assim classificado porque suas características bioquímicas são muito semelhantes, a exemplo do seu óleo essencial, que contêm cedrol e cedreno, ambos encontrados nos “Cedrus”.

“Em algumas amostras de óleo essencial de cedro já foram identificadas pequenas quantidades de podofilotoxina, uma substância utilizada no tratamento do vírus do papiloma humano (VPH).”

Óleo Essencial de Cedro Vermelho

O óleo essencial de cedro vermelho, ou apenas de cedro, é um líquido viscoso amarelado ou ligeiramente âmbar obtido preferencialmente a partir da destilação a vapor das folhas, galhos e troncos (madeira) de Juniperus virginiana. Muitas vezes sólido ou semi-sólido à temperatura ambiente, ele apresenta um agradável e suave odor de madeira seca, sendo considerado, por muitos perfumistas, mais fino que muitos óleos do gênero Cedrus. Seu rendimento gira em torno de 2% sobre a matéria prima vegetal e na sua composição tem-se cerca de 20 a 38% de α-cedreno, de 20 a 23% de thujopsene, de 12 a 22% de cedrol, de 8 a 9% de β-cedreno, 3% de α-selineno e outros elementos em menor proporção. Hoje, os maiores produtores deste óleo são os Estados Unidos, Canadá e Japão, que, além de extraí-lo, ainda o redestilam com o objetivo de isolar seus componentes. Na aromaterapia, o óleo essencial de cedro sempre foi considerado sedativo e relaxante, mas até há pouco tempo, ainda não existiam evidências científicas que pudessem comprovar essas atividades. No entanto, uma pesquisa envolvendo o cedrol demonstrou que este elemento é capaz de agir nas terminações nervosas responsáveis por monitorar a pressão sanguínea, os barorreceptores, diminuindo a pressão (sistólica e diastólica) e a frequência cardíaca. Já em outro estudo, voluntários com infecção no trato urinário obtiveram ótimos resultados após o uso deste óleo, confirmando, também, seu potencial antisséptico. Além disso, há vários relatos deste óleo como adstringente, portanto útil contra a acne, expectorante, mucolítico e, ainda, repelente de insetos. Na indústria, o óleo essencial de cedro é bastante utilizado na fabricação de perfumes. Neste caso, ele atua, na verdade, como ponto de partida para várias matérias-primas sintéticas amadeiradas que, na sequência, são empregadas na perfumaria de luxo.

Voltando à aromaterapia, é comum algumas escolas recomendarem o óleo essencial de cedro como agente detoxificante, para o caso de picadas por animais peçonhentos (cobras, aranhas, escorpiões, etc.), envenenamentos e outros. Isto está, completamente, de acordo com o que várias pesquisas têm demonstrado, a exemplo dos resultados obtidos por Wade e colaboradores em “Alteration of drug metabolism in rats and mice by an environment of cedarwood”. Neste estudo com ratos, uma solução contendo 3% de óleo de cedro foi pulverizada no alojamento destes animais, onde, após um período de tempo, constatou-se uma elevação (indução) nas atividades da super família de enzimas que compõem o citocromo P450 (CYP) através da redução do tempo de sono induzido por hexobarbital em 27,9% (em relação aos controles). Ou seja, neste ratos, o hexobarbital (um fármaco com propriedades hipnóticas e sedativas, que causa sono) teve o seu metabolismo acelerado pela inalação do óleo de cedro – afinal, os animais que receberam a solução tiveram seus tempos de sono reduzidos. Posteriormente, já em outra pesquisa, chegou-se à conclusão que a inalação do vapor de cedreno, na dose de 60 mg/kg/dia, aumenta a atividade da CYP em 30%. Ora, como as enzimas que compõem a CYP controlam boa parte do metabolismo e da distribuição das substâncias químicas no organismo humano, é natural que a indução (um aumento) da sua atividade acaba por acelerar a inativação e a eliminação destas substâncias, sejam elas drogas ou toxinas. Assim sendo, é possível afirmar que o óleo essencial de cedro, de fato, é um agente detoxificante – o qual age pela indução da CYP – como pregam várias escolas de aromaterapia.

Naturalmente, o cedro vermelho opta por regiões mais frias e de altas altitudes para crescer e se desenvolver.

Óleos de Outros Cedros

Os cedros verdadeiros, ao contrário do vermelho, que não é legítimo, compreendem apenas quatro espécies: cedro Atlas (Cedrus atlantica), cedro do Himalaia (Cedrus deodara), cedro do Líbano (Cedrus libani) e o cedro do Chipre (Cedrus brevifolia). Seus óleos apresentam bastante semelhança química, sendo os sesquiterpenos – em especial o himacaleno – os constituintes majoritários destes óleos (até 85%). Possivelmente, foi por conta desta composição que estas madeiras eram tão apreciadas por reis e faraós de todo o mundo antigo. Em sânscrito, o cedro do Himalaia é chamado de Devadaru, que significa literalmente “madeira dos deuses”. Nativo da região montanhosa dos Himalaias, é uma árvore que cresce até 80 m de altura, tendo a espécie mais antiga cerca de 747 anos. Na medicina Ayurvédica, é utilizado para o tratamento de dispepsia, insônia, febre, bronquite, tosse e problemas urinários. Seu óleo essencial é um poderoso anti-inflamatório, o qual demonstrou – em estudos – potencial semelhante ao diclofenaco sódico (DFS) e resultados animadores contra a artrite reumatoide na concentração de 100 mg/Kg. Além disso, demonstrou potente atividade analgésica com efeito comparado à morfina, agindo central e perifericamente, sendo útil para dores sistêmicas e locais (via oral ou diluído de 3-5%).

Já o óleo essencial de cedro do Líbano, segundo pesquisas, é capaz de inibir significativamente a ação da enzima α-amilase, responsável por quebrar moléculas de amido e glicogênio em açúcares mais simples. Tal fato é bastante promissor, pois, inibidores efetivos da α-amilase são especialmente úteis no controle do diabetes. Já em outro estudo, constatou-se que este óleo também apresenta uma potente atividade contra o herpes simplex tipo 1 (HSV-1). Por fim, o óleo de cedro Atlas, por conta de sua semelhança química com o óleo do Himalaia, pode ser utilizado para os mesmos fins. Porém, de acordo com estudos, o Atlas apresenta propriedades lipolíticas e linfotônicas mais evidentes, sendo, portanto, indicado no combate a celulite, retenções hidrolipídicas, como regenerador e tonificante.

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Produto: Óleo Essencial de Cedro
Marca: QUINARÍ
Registro na ANVISA: 25351.436355/2017-03

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Showing 2 comments
  • Vanessa
    Responder

    Boa explicação. Porém gostaria de saber qual a família botânica do Juniperus virginiana.

  • NEIDE LUIZ ROLAND
    Responder

    Legal! Gostaria de saber como é feito a extração do óleo do Cedro do atlas, pois vi um que serraram e ficou apenas 50 cm do caule e com raízes de baixo da terra, depois de alguns dias tinha uma resina amarela que saiu de dentro do caule de aproximadamente 70cm de diâmetro. Aproximadamente uns 200 ml de resina que verteu para cima da árvore.

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