Óleo Essencial de Alecrim

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Óleo Essencial de Alecrim

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Nome

Óleo Essencial de Alecrim / Rosemary Essential Oil

Nome científico

Rosmarinus
officinalis

Componente de destaque

1,8-Cineol /
Eucaliptol (eucalyptol)

Descrição

Líquido incolor ou ligeiramente amarelado com um intenso odor fresco.

Principais aplicações

Na fabricação de fragrâncias e perfumes (notas frescas), de cosméticos – como tônico capilar, sendo capaz de prevenir a queda de cabelos e a caspa, e de alimentos/bebidas, como flavorizante. Na aromaterapia, é utilizado como estimulante mental e como agente antisséptico.

Escrito por Wagner Azambuja
Curso de Aromaterapia

Alecrim

O alecrim (Rosmarinus officinalis) se apresenta como um arbusto lenhoso, de porte ereto, pouco ramificado, com até 1,5 m de altura. As folhas são opostas, sésseis, simples, lineares, coriáceas e muito aromáticas, medindo de 1,5 a 4 cm de comprimento por 1 a 3 mm de espessura. As flores são hermafroditas, diclamídeas, pentâmeras, fortemente zigomorfas, bilabiadas e apresentam coloração azulada, com forte aroma. O fruto é do tipo aquênio, de forma ovóide. Na Espanha, floresce de fevereiro até novembro, ou seja, durante a primavera, verão e outono. Já em condições tropicais, floresce o ano todo, e, no Sul do Brasil, de fins de agosto até o fim do verão. O alecrim tem forte ligação com a Virgem Maria. Dizem que, quando a Sagrada Família fugia dos soldados de Herodes, Maria estendeu o manto azul para secar sobre um pé de alecrim de flores brancas, mas, quando removeu o manto, as flores tinham ficado azuis em sua homenagem. Também ligado à antiga magia, o alecrim já foi chamado de folha-dos-elfos. Penduravam-se seus ramos em volta da casa para manter a distância ladrões e bruxas e para impedir que as fadas entrassem e roubassem bebês.

Cultivo de Alecrim

O alecrim pode ser cultivado a partir de sementes ou por estaquia, com espaçamento entre as plantas de 80 cm, em média. Cresce melhor em solos calcários de pH neutro ou pH levemente alcalino (pH 7 a 7,8), mas é tolerante quanto ao pH e o tipo de solo. Sua primeira colheita deve ser feita após um ano de plantio. Recomenda-se cortá-lo acima de 15 cm do solo para o rebrote, mas também há indicações de corte raso, rente ao solo, o que proporciona maior produção de folhas e menos ramos. Como o seu crescimento é lento, indica-se apenas uma colheita por ano ou ainda em anos alternados, conforme observações de sua rebrota. Para a extração de seu óleo essencial, opta-se pelo corte na fase de floração, período no qual há maior concentração de metabólitos secundários e, portanto, maior rendimento em óleo. Ainda assim, seu rendimento é considerado baixo, variando de 0,5 – 1,2% sobre a matéria prima vegetal e tem-se na Itália, Espanha, França, Tunísia e países da antiga Iugoslávia seus maiores produtores mundiais. Ainda, o óleo de alecrim possui três quimiotipos principais, o QT1 normalmente vindo da Espanha e que apresenta alto teor de cânfora – um estimulante mental, o QT2 produzido na França, Inglaterra e Índia com maior teor de 1.8-cineol ou eucaliptol – um poderoso expectorante e descongestionante e o QT3 extraído somente na França cujo ativo majoritário é a verberona que atua em problemas hepáticos e de vesícula. Este artigo, entretanto, focará apenas no QT2, rico em 1.8-cineol.

Por ser uma espécie de origem do Sul da Europa, Norte da África e sudoeste da Ásia, o alecrim desenvolve-se melhor em climas temperados quentes, com dias longos.

Óleo Essencial de Alecrim

O óleo essencial de alecrim é extraído por destilação a vapor e exala um forte e agradável aroma canforáceo. Na indústria, é empregado, sobretudo, na saboaria devido à sua estabilidade em meio alcalino e para melhorar o odor de vários produtos, como detergentes, ceras, etc. Os de qualidade superior, entretanto, são empregados na aromatização de produtos alimentícios. Já na aromaterapia, este óleo age como antimicrobiano, descongestionante e estimulante da memória, combatendo o cansaço mental. Na Grécia antiga, inclusive, os estudantes entrelaçavam os cabelos com alecrim quando estudavam para os exames. De fato, não existe comprovação científica sobre os possíveis efeitos positivos desse costume grego, entretanto não há como negar: eles acreditavam no poder estimulante da planta e, de uma forma ou de outra, tal “costume” até hoje persiste, agora, com seu óleo. O óleo contêm alfa-pineno, nopineno, canfeno, limoneno, cariofileno e outros terpenos, cineol, cânfora, borneol, em parte esterificado pelo ácido acético, e verbenona. Os componentes dominantes são os hidrocarbonetos, o cineol encontra-se, por vezes, em quantidades apreciáveis, 17 a 32% nos óleos da Itália e 40% nos da Tunísia. E a cânfora, por fim, sempre aparece em quantidades pequenas, 4 a 5%.

É importante não confundir as atividades farmacológicas de uma planta rica em óleo essencial com as propriedades farmacológicas do óleo dela extraído. O óleo essencial de alecrim, por exemplo, é comprovadamente antibacteriano. Por exemplo: uma pesquisa realizada no Estado do Paraná utilizando cepas de E. coli resistentes a ampicilina (AMP-10) e tetraciclina (TET-30) e cepas de Salmonella spp. resistentes a nitrofurantoína (NIT-300) em sinergia com este óleo demonstrou resultados promissores frete ao potencial antimicrobiano destes ativos. Neste estudo, discos contendo estes antibióticos foram embebidos com 10μL e 20μL de óleo bruto, que, em seguida, foram colocados em placas de Petri estéreis contendo ágar Mueller-Hinton. Em todos os casos, observou-se uma potencialização da atividade antimicrobiana destes ativos, os quais tiveram maior expressividade contra as cepas de Salmonella spp. – cujos halos de inibição chegaram a ser maiores que 20 mm. Tal fato, além de demonstrar o potencial antibacteriano do óleo (atrelado, aí, ao cineol e outros elementos), também demonstra a sua ação sinérgica com outros compostos antimicrobianos comerciais; propriedade que pode ser explorada das mais diversas formas. Já a infusão da planta é empregada com sucesso no tratamento sintomático de problemas digestivos diversos, por suas propriedades antiespasmódicas e coleréticas devido à presença de compostos fenólicos.

O óleo essencial de alecrim rico em 1,8-cineol (eucaliptol) também é um tônico capilar, o qual é capaz de prevenir a queda de cabelos e a caspa. Tais propriedades tornaram-se evidentes quando pesquisadores confirmaram a ação vasodilatadora do 1,8-cineol, através do bloqueio dos canais de cálcio (impedindo, assim, o influxo deste íon), em um estudo que avaliava o efeito cardiodepressor deste elemento. Por isso, em razão desta propriedade vasodilatadora, afirma-se que o óleo de alecrim contribui significativamente para a melhora da vascularização local, o que se traduz numa melhora da qualidade dos fios – ajudando no controle da queda. Já no caso da caspa (dermatite seborreica), o óleo ajuda por conta de sua propriedade adstringente, atuando, assim, no controle da oleosidade (exercendo o efeito de limpeza). Dado o exposto, muitas pessoas utilizam este óleo pingando algumas gotas no xampu ou, então, a partir de formulações caseiras com o óleo vegetal de abacate, que é ótimo. Na impossibilidade de utilização do óleo essencial, em virtude, talvez, de um histórico alérgico, a dica é substituí-lo pelo seu hidrolato (os hidrolatos da QUINARÍ são maravilhosos!). Ao contrário do óleo, o hidrolato de alecrim pode ser aplicado diretamente sobre os cabelos, o qual previne a caspa e dá brilho aos fios. No entanto, cabelos secos não devem ser tratados com este óleo. Ele é indicado, sobretudo, para cabelos fracos (queda) e/ou com caspa. Por fim, o óleo essencial de alecrim QT 1,8-cineol, por ser um vasodilatador, é considerado um estimulante da circulação, o que ajuda a liberar o ácido úrico e lático do tecido muscular e pode ser empregado em conjunto com a tintura de arnica em compressas tópicas para a artrite, reumatismo e gota.

Óleo Essencial de Alecrim
Curso de Óleos Essenciais e Aromaterapia

Óleo Essencial de Alecrim e a Pressão Arterial

Na aromaterapia, há uma polêmica envolvendo o óleo essencial de alecrim que, mesmo com o passar dos anos, ainda perdura. Afinal, este óleo é hipertensor (que aumenta a pressão arterial) ou hipotensor (que diminui a pressão arterial)? Para responder a esta pergunta, é necessário iniciarmos citando que o alecrim, em países como o Marrocos, onde a planta cresce naturalmente, a cultura etnobotânica indica o seu chá como sendo um hipotensor. Isto está correto, pois, de acordo com Young-In Know (2006) em “Evaluation of clonal herbs of Lamiaceae species for management of diabetes and hypertension”, o chá de alecrim contém trans-resveratrol, um exímio antioxidante, e ácido cumárico, um composto fenólico de propriedades antioxidantes e antimicrobianas. Fato é que estes dois componentes agem inibindo a enzima conversora de angiotensina (ECA), o mesmo mecanismo de ação de fármacos empregados no controle da pressão arterial, como o captopril. A ECA é um componente central do sistema renina-angiotensina que controla a pressão sanguínea por meio de dois sistemas: 1) volume de fluidos no corpo e 2) não produção de angiotensina II. Ou seja, ao inibir a ECA, tem-se uma certa diminuição no volume dos fluidos extracelulares e, também, o bloqueio da conversão da angiotensina I em angiotensina II, um poderoso vasoconstritor. Com isso, por meio da redução da volemia e do agente vasoconstritor circulante citado (angiotensina II), a pressão arterial é reduzida. Logo, o chá de alecrim, de fato, pode ser utilizado por hipertensos. No entanto, tanto o trans-resveratrol quanto o ácido cumárico não são encontrados no óleo essencial de alecrim, pois, durante o processo de extração do óleo por arraste de vapor, ambos não são volatilizados no arraste em razão de suas massas. Eles são muito pesados. E agora? Embora Jean Valnet em seu clássico “Aromathérapie” de 1964 tenha citado o óleo essencial de alecrim como um agente hipotensor, ao lado, por exemplo, do hissopo e sálvia dalmaciana, será que ele de fato o é?

Considerando apenas o quimiotipo 1,8-cineol (eucaliptol), tem-se, na literatura, muitos artigos publicados correlacionando o óleo essencial de alecrim com o aumento e/ou a diminuição da pressão arterial. Alguns sugerem que o óleo é hipotensor, portanto em conformidade com Valnet, e outros, hipertensor. Na sequência, alguns exemplos: Hipotensor -> conforme Xavier da Silva (2012) em “Avaliação do efeito anti-hipertensivo e vasorrelaxante do óleo essencial de rosmarinus officinalis”, a administração venosa do óleo essencial de alecrim promoveu a diminuição da pressão arterial média de ratos com hipertensão induzida por NG-nitro-L-arginine methyl ester. Concluiu-se, portanto, que este óleo possui um efeito hipotensor seguido de uma bradicardia. Hipertensor -> de acordo com Hongratanaworakit (2009) em “Simultaneous Aromatherapy Massage with Rosemary Oil on Humans”, observou-se um aumento significativo da pressão arterial em humanos que receberam massagens no abdômen inferior com uma solução diluída a 20% de óleo essencial de alecrim em óleo de amêndoas por 5 minutos. Já Atsumi e Tonosaki (2007) em “Smelling lavender and rosemary increases free radical scavenging activity and decreases cortisol level in saliva” afirmam que o óleo de alecrim, quando inalado, embora reduza os níveis de cortisol e proteja o corpo do estresse oxidativo, ocasiona um aumento dos batimentos cardíacos – o que é sugestivo de um efeito hipertensor. Dado o exposto, observa-se um conflito de ideias entre o próprio meio científico, o que gera dúvidas sobre o uso seguro deste óleo por hipertensos. Há, também, quem diz: “o 1,8-cineol isolado é comprovadamente hipotensor”. Sim, isto é correto, todavia, o óleo, na sua plenitude, é composto por uma série de outros elementos que, de forma sinérgica, atuam no organismo. Não é porque o 1,8-cineol diminui a pressão arterial que o óleo é hipotensor. Então, o que fazer? Por precaução, a orientação mais sensata, por uma questão de responsabilidade com o próximo, é a de evitar a utilização do óleo essencial de alecrim por indivíduos hipertensos ou, se usá-lo, fazê-lo em associação com outros óleos hipotensores, como o de lavanda.

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Óleo Essencial de Alecrim e a Doença de Alzheimer

De acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), 47,5 milhões de pessoas convivem com algum tipo de demência, sendo que a doença de Alzheimer é a responsável por cerca de 70% dos casos. Nesta condição, observa-se no cérebro um acúmulo de placas formadas pela proteína beta amiloide, cuja aglutinação entre os neurônios acaba impedindo a transmissão dos sinais, prejudicando assim a atividade neural. No cérebro destes pacientes, inclusive, há um excesso de íons metálicos como alumínio, cobre, ferro e zinco em concentrações que chegam a ser de 3 a 5 vezes maior em comparação com o cérebro de pessoas saudáveis. São estes íons, que nas diversas etapas do processo, acabam contribuindo para a agregação das beta amiloide, e também para a sua citotoxicidade. De acordo com estudos publicados na U.S. National Library of Medicine, a exemplo do “An In Vitro System Comprising Immortalized Hypothalamic Neuronal Cells (GT1-7 Cells) for Evaluation of the Neuroendocrine Effects of Essential Oils”, alguns óleos essenciais, como o de alecrim, contribuem significativamente para a proteção destes neurônios, protegendo-os dos efeitos tóxicos destes íons metálicos. No caso do alecrim, observou-se melhores resultados em relação ao zinco, mas outros óleos, como o de limão siciliano, mostraram maior atividade protetora contra a neurotoxicidade induzida pelo alumínio. Neste estudo, em específico, foram utilizadas células neuronais hipotalâmicas imortalizadas (células GT1-7) – resta saber, agora, se a simples inalação destes óleos poderá ajudar no controle do avanço desta doença (Alzheimer).

De acordo com estudos publicados na U.S. National Library of Medicine, o óleo essencial de alecrim protege os neurônios dos efeitos tóxicos de alguns íons metálicos, como os de alumínio, cobre, ferro e zinco.

Outros Óleos de Alecrim

O alecrim-pimenta (Lippia sidoides), da família Verbenacea, é uma planta medicinal nativa da caatinga do Nordeste do Brasil. Ocorre no sertão nordestino, sobretudo nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte. Seu gênero, Lippia, possui cerca de 200 espécies de ervas, arbustos e pequenas árvores que são naturais da América do Sul e Central. Os primeiros relatos de extração do óleo de alecrim-pimenta foram feitos pelo grupo de pesquisas do Departamento de Química Orgânica e Inorgânica da Universidade Federal do Ceará, em agosto de 1977, em exemplar coletado na região de Jucuri-RN. Na época, o alto rendimento em óleo, chegando em alguns casos a 4%, e a sua peculiar composição química, despertou o interesse de muitos pesquisadores. Atualmente, sabe-se que a Lippia sidoides apresenta vários quimiotipos, porém, são os óleos ricos em timol (até 95%) e carvacrol (até 50%) os mais procurados em alguns mercados, como o de aromaterapia. Afinal, o timol é uma substância de alto poder antimicrobiano, agindo eficazmente contra um grande número de bactérias, fungos, parasitas e vírus. Além disto, demonstra propriedades igualmente hepatoprotetoras, anticancerígenas e imunoestimulantes, agindo como recrutador de linfócitos no combate a infecções. Este óleo, ainda, apresenta ótimos resultados contra a acne; razão pela qual uma destilaria localizada na cidade de Horizonte/CE, extraiu e exportou (por alguns anos) este óleo para a AVEDA, nos Estados Unidos, a qual o utilizava como “ativo” de uma loção anti-acne fabricada por eles.

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Produto: Óleo Essencial de Alecrim
Marca: QUINARÍ
Registro na ANVISA: 25351.179866/2017-39

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Mostrando 4 comentários
  • Marcelo
    Responder

    O chá de Alecrim também pode ser encontrado no site da QUINARÍ (http://www.quinari.com.br).

    Apresentação:

    O chá de alecrim é indicado para dores reumáticas, depressão, gases intestinais, debilidade cardíaca, inapetência, cicatrização de feridas, dor de cabeça de origem digestiva; problemas no fígado, no intestino, nos rins, nos pulmões e na vesícula, além de respiratórios; cansaço físico e mental, celulite, colesterol, azia e insônia.

  • Julio Kiler
    Responder

    O óleo essencial de alecrim é usado para ungir na igreja ortodoxa grega e está presente no culto de outras religiões afro, como candomblé e umbanda.

  • Robson Abreu
    Responder

    Atualmente no mercado é possível encontrar além do Alecrim Pimenta, ainda o nome Alecrim do Campo e somente o nome Alecrim. Qual ou quais desses tipos de Alecrim são indicados para o crescimento capilar?

  • MEIVE
    Responder

    Excelente conteúdo.

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