O que são Óleos Essenciais?

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Óleos Essenciais

Óleos Essenciais

São substâncias lipossolúveis, porém voláteis, que integram o metabolismo secundário das plantas – aquele que, ao contrário do primário, não está diretamente relacionado com o processo de crescimento, desenvolvimento e reprodução dos vegetais. Em geral, são produzidos por estruturas secretoras especializadas, tais como pelos glandulares, canais oleíferos, células parenquimáticas diferenciadas ou em bolsões, que podem estar por todas as partes da planta ou não.

Características dos Óleos Essenciais

Características dos Óleos Essenciais

● Sabor: geralmente acre (ácido) e picante;
● Cor: quando recentemente extraídos, geralmente são incolores ou ligeiramente amarelados; são poucos os óleos que apresentam cor, como o óleo essencial de camomila, de coloração azulada devido ao alto teor de azulenos;
● Estabilidade: em geral, esses óleos não são muito estáveis, principalmente na presença de ar, luz, calor, umidade e metais;
● Refração e atividade óptica: a maioria dos óleos essenciais possui índice de refração e são opticamente ativos, sendo que estas propriedades são utilizadas na sua identificação e controle de qualidade.

Métodos de Extração

Métodos de Extração

● Arraste de vapor;
● Prensagem a frio;
● Hidrodestilação;
● Enfleurage;
● Solventes;
● Fluídos Supercríticos.

Escrito por Wagner Azambuja
Curso de Aromaterapia

O que são Óleos Essenciais?

Os óleos essenciais são substâncias lipossolúveis, porém voláteis, que integram o metabolismo secundário das plantas – aquele que, ao contrário do primário, não está diretamente relacionado com o processo de crescimento, desenvolvimento e reprodução dos vegetais. Em geral, esses óleos são produzidos por estruturas secretoras especializadas, tais como pêlos glandulares, canais oleíferos, células parenquimáticas diferenciadas ou em bolsões, que podem estar por todas as partes da planta ou não. Assim sendo, eles são encontrados na parte aérea, como na menta; nas flores, como é o caso da rosa e do jasmim; nas folhas, como ocorre nos eucaliptos e no capim-limão; nos frutos, como na laranja, limão e grapefruit; na madeira, como no sândalo, sassafrás e pau-rosa; nas cascas do caule, como ocorre nas canelas; nas raízes, como se observa no vetiver; nos rizomas, como no gengibre e nas sementes, como na noz-moscada.

Características dos Óleos Essenciais

De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, sob o ponto de vista físico-químico, os óleos essenciais não são considerados “óleos”. Isto ocorre porque os óleos, de fato, são altamente viscosos, não se volatilizam e não são aromáticos. Cheiram a óleo (gordura, banha), apenas. Como exemplos destes óleos, tem-se o de rosa mosqueta, o de semente de uva, o de jojoba, o de macadâmia e vários outros. Já os óleos essenciais são voláteis, aromáticos, possuem baixas viscosidades (na maioria das vezes), e, conforme já exposto, são formados por complexas misturas de moléculas oriundas do metabolismo secundário dos vegetais. Por esta razão, são chamados de “óleos” simplesmente porque são hidrofóbicos (imiscíveis em água) e lipofílicos (miscíveis com outros óleos). O prestigiado Dr. Kurt Schnaubelt, PhD em medicina pela Universidade Técnica de Munique, em seu livro “Medical Aromatherapy: Healing with Essential Oils” de 1999 cita que um óleo essencial autêntico precisa ser destilado lentamente, e, se possível, em baixas temperaturas a fim de proteger os seus constituintes mais sensíveis da oxidação e da completa degradação. Ainda conforme o Dr. Kurt, os óleos essenciais devem ser: 100% naturais, 100% puros e 100% completos. Um óleo 100% natural não contém, na sua composição, quaisquer tipos de aromáticos sintéticos, agentes emulsionantes, diluentes a base de petróleo, ftalatos e outros produtos estranhos à natureza sublime da “força vital” que deu origem aquele óleo. Como exemplo, tem-se o óleo essencial de “lavanda” que muitas vezes é adulterado com acetato de linalila sintético, o seu principal éster, a fim de elevar a sua %. Afinal, os óleos de lavanda que provêm de plantas cultivadas nas regiões mais altas da França, como nas montanhas, apresentam uma carga maior deste éster, e, por isso, são mais valiosos para o mercado (principalmente de aromaterapia). Já um óleo 100% completo é 100% íntegro, ou seja, não foi “descolorido”, fracionado, desterpenado, etc. O exemplo mais clássico, neste caso, é o do óleo essencial de ylang ylang, que é regularmente fracionado na indústria em: extra (100% completo, destinado às aplicações mais exigentes), fração 1 (perfumaria fina), fração 2 (cosméticos) e fração 3 (produtos menos exigentes). Por fim, um óleo 100% puro é aquele que não contém, sob hipótese alguma, outros óleos essenciais acrescidos na sua composição; como o óleo de pinho misturado ao óleo essencial de junípero (zimbro) a fim de “aumentar” o rendimento deste último, que é bem mais caro.

Os óleos essenciais geralmente contêm um constituinte (cineol, ascaridol, etc) ou um grupo de constituintes análogos (alcoóis, ésteres, aldeídos, etc) que predomina e lhes imprime um determinado caráter.

Origem e Química dos Óleos Essenciais

Conforme já exposto, as reações químicas do metabolismo secundário, que dão origem aos óleos essenciais, não são necessariamente vitais para as plantas, pois não têm nenhum significado como fontes de energia. No entanto, estes produtos do metabolismo são considerados como sendo “a expressão da individualidade química do organismo da planta”, os quais são úteis para a adaptação, propagação e proteção dos vegetais. No que se refere a origem destes compostos, de acordo com Wagner (1993) em “Pharmazeutische Biologie: Drogen und ihre Inhaltsstoffe”, eles advêm de basicamente duas rotas biossintéticas, a saber: 1) Mevalônicas ou terpênicas: que dão origem aos terpenos (C10), sesquiterpenos (C15), diterpenos (C20) e triterpenos (C30); 2) Dos aminoácidos, em especial a fenilalanina: que dão origem aos fenilpropanoides. Dr. Kurt Schnaubelt (1999) em “Medical Aromatherapy: Healing with Essential Oils” explica que a síntese de hidrocarbonetos terpênicos, como o limoneno e o β-pineno, ocorre principalmente em material de plantas mais jovens, quando elas estão com apenas algumas horas de idade. Já a formação de terpenos contendo oxigênio e modificações secundárias, a exemplo do mentol e citral, ocorre em tecidos mais antigos. Ainda no que se refere aos terpenos, outra classe muito importante é a dos sesquiterpenos, que possuem como precursor biogenético o cis-6-trans-farnesil-pirofosfato. Óleos essenciais como o de vetiver, por exemplo, contêm uma grande variedade de sesquiterpenos, como o khusimol, vetiverol e ácido zizanoico, que, em última análise, são os responsáveis pela sua alta viscosidade. Sobre os fenilpropanoides, que são formados a partir da fenilalanina, tem-se, a título de exemplos, o anetol – do óleo essencial de anis, o aldeído cinâmico – do óleo essencial de canela, o eugenol – do óleo essencial de cravo, o acetato de benzila – do óleo essencial de ylang ylang e o piperonal – do óleo essencial de sassafrás. Pelo exposto, nota-se que os óleos essenciais, em geral, são formados por misturas complexas (às vezes, extremamente complexas) de moléculas naturais que, na maioria das vezes, são deliciosamente aromáticas. Para se ter uma ideia, o óleo essencial de rosa, em toda a sua plenitude, possui mais de 300 componentes, cada qual com as suas características e ações bioquímicas; o que explica, em partes, porque um mesmo óleo pode ser eficaz contra fungos nas unhas dos pés e, ao mesmo tempo, potentes antidepressivos e calmantes.

Os óleos essenciais são, então, misturas complexas de diferentes compostos naturais que, isoladamente ou de maneira sinérgica, possuem diversas propriedades (terapêuticas, olfativas, etc). No entanto, a natureza é tão sublime que uma “mesma” molécula, dentro de um determinado óleo, pode assumir como se fossem “duas identidades” distintas, cada qual com as suas características. Na química, isto se chama quiralidade. De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, um composto apresenta quiralidade quando contém, pelo menos, um carbono quiral, como é o caso do (+)-linalol e o (-)-linalol, ambos presentes no óleo essencial de pau rosa. Tecnicamente, o (+)-linalol e o (-)-linalol são considerados “um par de enantiômeros”, os quais compartilham de várias características físico-químicas em comum; como pontos de ebulição, fusão, etc. Ou seja, à primeira vista, podem parecer a mesma molécula. No entanto, quando postos lado a lado, o (+)-linalol e o (-)-linalol dão a impressão de que estão na frente de um espelho, pois são exatamente a imagem um do outro. São a “mesma molécula”, porém invertidas. Isto pode parecer insignificante, mas esta tênue diferença faz com que o isômero (+)-linalol seja um agente “ativador“, o qual aumenta o estado de alerta, enquanto que o (-)-linalol um relaxante, capaz inclusive de aliviar o estresse. Terapeuticamente, então, não é possível relacionar as propriedades do linalol sem explicitar, com precisão, qual é o isômero em questão, afinal, um atua de forma distinta do outro. Outro exemplo refere-se ao (-)-alfa-bisabolol, encontrado no óleo essencial de camomila alemã (produzido inclusive na região Sul do Brasil). Somente o óleo puro de camomila alemã é dotado de propriedades anti-inflamatórias incríveis, pois só ele contém (-)-alfa-bisabolol em quantidades elevadas. Este, por se tratar de um óleo caro, e raro, é frequentemente adulterado com alfa-bisabolol sintético; no entanto, o alfa-bisabolol não natural contém bastante (+)-alfa-bisabolol, que não demonstra qualquer potencial anti-inflamatório. Por fim, no óleo essencial de hortelã, rico em (-)-mentol, tem-se praticamente a mesma situação, afinal, só este isômero demonstra atividade anestésica e refrescante; desejável neste óleo. Além destes, obviamente, há vários outros casos de moléculas quirais em óleos essenciais (mais abaixo), um tema que, apesar de confuso e estranho ao primeiro contato, não é tão complexo quanto parece e deve ser dominado pelos entusiastas deste mundo, principalmente por aromaterapeutas.

Nerolidol
R-(-)-Nerolidol -> odor intenso, floral, doce e fresco | S-(+)-Nerolidol -> odor amadeirado, com notas verdes
Limoneno
R-(+)-Limoneno -> odor fresco, agradável, com notas cítricas | S-(-)-Limoneno -> nota suave de menta, com terebentina
● α-Ionona
R-(+)-Ionona -> odor de violeta fina, frutado, floral, de framboesa | S-(-)-Ionona -> fortes aspectos lenhosos
● α-Terpineol
R-(+)-Terpineol -> odor forte, floral, doce e lilás | S-(-)-Terpineol -> fresco e gélido

Até aqui, ficou evidente que os óleos essenciais são formados por diversas moléculas químicas (num sistema complexo de “mistura”) onde, muitas vezes, uma “mesma molécula” pode assumir comportamentos diferentes em razão da quilaridade, característica que impacta diretamente nas funcionalidades de um determinado óleo. Ainda no que se refere à química, um outro conceito bastante importante neste universo é o dos componentes-traço. Um componente-traço, neste caso, pode ser definido como uma molécula que aparece em concentrações extremamente baixas em um óleo essencial – tão baixas que, às vezes, são impossíveis de serem detectadas pela moderna cromatografia gasosa – mas que afetam, significativamente, o aroma e as propriedades terapêuticas de um óleo. Como exemplo, tem-se o óleo essencial de grapefruit (ou de toranja), extraído por prensagem a frio das cascas dos frutos da Citrus x paradisi e que vem sendo citado como um provável agente antitumoral. Este óleo, tal como vários outros óleos cítricos, é composto por cerca de 90% de (+)-limoneno, o que, a priori, sugere para ele as mesmas propriedades do óleo de laranja ou de qualquer outro rico neste componente. No entanto, conforme cita Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, o que torna este óleo diferente e peculiar é justamente a sua riqueza em componentes-traço; tais como o 1-p-meteno-8-tiol, 4-mercapto-4-metil-2-pentanona, n-decanal, nootkatone, β-selineno, α-copaeno e vários outros. Para se ter uma ideia, é a nootkatone, uma cetona sesquiterpênica presente na razão-traço de 0,1 a 0,8%, que contribui de maneira especial para o aroma diferenciado deste óleo cítrico e sua atividade repelente. O mesmo vale para o 1-p-meteno-8-tiol, um “tiol” volátil que contém enxofre em sua estrutura. De outra banda, é o n-decanal, presente em concentrações inferiores a 1%, que vem sendo relacionado à sua atividade antitumoral. Afinal, de acordo com Hata (2003) em “Induction of apoptosis by Citrus paradisi essential oil in human leukemic (HL-60) cells”, o n-decanal é capaz de induzir as células leucêmicas humanas HL-60 à apoptose. Ou seja, no enigmático mundo dos óleos essenciais nada pode ser ignorado ou descartado, pois toda a criação da mãe natureza, por mais “pequena” que possa parecer, pode esconder belos mistérios.

As plantas também produzem metabólitos secundário para protegê-las contra a ação de um elemento que elas próprias produzem: o oxigênio, que, neste caso, é inevitavelmente produzido nas reações fotossintéticas. Isto é essencial para a sobrevivência de algumas espécies, afinal, o oxigênio liberado produz radicais livres de alta reatividade capazes de deteriorar componentes celulares; pelo rompimento de cromossomos, rupturas de proteínas, polissacarídeos e ácidos graxos.

Um Pouquinho de Campo Sutil

De acordo com vários autores, o óleo essencial, quando presente nas estruturas de um vegetal, é como se fosse a alma daquela planta. Esta afirmação, que à primeira vista parece exagerada, passa a fazer algum sentido a partir da análise do “campo sutil“, afinal, tal como os seres humanos, todo óleo essencial libera um campo magnético elétrico (por vezes, muito poderoso). Estas ondas, eletromagnéticas, são “medidas” em Hertz e a dos óleos essenciais começam em 52 MHz, para o de manjericão, e vão até 320 MHz, para o de rosa. De acordo com o Dr. Robert O. Becker, em seu livro “The Body Electric”, o estado de saúde de um indivíduo pode ser determinado de acordo com os seus níveis de frequência, cujo corpo saudável vibra no intervalo de 62 a 68 MHz. Assim, quando a frequência individual sofre uma queda, o corpo fica vulnerável (susceptível a doenças) e adoece. Exemplos: estudos mostram que a frequência de uma pessoa gripada gira em torno de 58 MHz, de alguém com cândida 55 MHz, com herpes-vírus 52 MHz e com câncer abaixo de 42 MHz. Diante disto, é óbvio que a manutenção, bem como o restabelecimento (em caso de doenças), da frequência energética do indivíduo é algo de fundamental importância e isto é possível através da aromaterapia, conforme citam vários autores. O óleo essencial de lavanda, de acordo com Dra. Anne-Marie Giraud (2018) em “Óleos Essenciais e Câncer”, vibra na frequência de 118 MHz o qual, quando em contato com o ser humano – até mesmo pela simples inalação, é capaz de entrar numa espécie de “sintonia” com a frequência corporal, elevando-a. Ou seja, a energia naturalmente presente neste óleo pode, por meio da interação molecular (sutil), equilibrar o estado energético do indivíduo vulnerável ou já adoecido, fortalecendo-o. Trata-se, em última análise, da natureza buscando o seu equilíbrio próprio; equalizar-se. PS: a título de comparação, sabe-se que as ervas frescas têm uma frequência de 20 a 27 MHz, as ervas secas de 12 a 22 MHz e os alimentos enlatados nenhuma frequência mensurável. A natureza não é incrível?

E, o que é Aromaterapia?

A palavra “aromaterapia” foi criada por René-Maurice Gattefossé, um engenheiro químico formado pela Universidade de Lyon e um dos primeiros estudiosos das propriedades terapêuticas dos óleos essenciais. Ela apareceu pela primeira vez na edição de dezembro de 1935 na revista “L’Parfumarie Moderne”, a qual também nomeou uma coluna de artigos escritos por Gattefossé ao longo de 1936. Em seguida, o termo “aromaterapia” foi também bastante utilizado por Marguerite Maury (1961), uma enfermeira, e por Jean Valnet (1976), um médico, que contribuíram imensamente para o avanço (e popularidade) da aromaterapia clínica, demonstrando a sua eficácia no tratamento de várias moléstias. De lá para cá, a aromaterapia se encorpou, ganhou (e vem ganhando) respaldo técnico-científico e vem sendo praticada de 3 formas (em geral): 1) Inalação: é a mais rápida, prática e, via de regra, a mais segura. 2) Aplicação tópica: requer um maior nível de conhecimento sobre os óleos essenciais, em especial sobre suas propriedades terapêuticas e mecanismos de ação de seus principais constituintes. 3) Ingestão: exige um alto nível de conhecimento, a qual é expressamente contraindicada para leigos e profissionais amadores. Valnet, inclusive, já naquela época fazia constantes alertas a respeito do uso inadequado dos óleos essenciais. Quando entrevistado por Christine Scott para o International Journal of Aromatherapy em 1993, ele disse: “não é necessário ser um médico para usar a aromaterapia. No entanto, a pessoa deve conhecer o poder dos óleos essenciais para evitar acidentes e incidentes”.

Conforme Jane Buckle (2014) em “Clinical Aromatherapy”, os problemas de toxicidade envolvendo os óleos essenciais, quase sempre, estão relacionados ao uso irresponsável. Ainda assim, este número não é expressivo, indicando que os óleos essenciais – de uma maneira geral – são seguros. Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, por exemplo, afirmam que a probabilidade de ocorrência de uma dermatite de contato alérgica pelo uso tópico dos óleos essenciais é menor que 0,01% para a população em geral. No entanto, há exceções. Afinal, além da existência de pessoas naturalmente mais sensíveis à ação dos óleos, há óleos que não devem ser ingeridos ou aplicados puros sobre a pele. Em razão disto, com o tempo, surgiram 2 abordagens para a aromaterapia contemporânea: a britânica e a francesa. Basicamente, a abordagem britânica foca no uso tópico dos óleos essenciais, diluídos até 5%, a fim de proporcionarem, exclusivamente, o relaxamento e o bem-estar. Ou seja, na Inglaterra não existe a indicação de ingestão para os óleos essenciais, temendo, principalmente, complicações hepáticas. Já na França, os óleos essenciais são tradicionalmente utilizados no tratamento de doenças, como no caso de infecções, inflamações, desordens psíquicas (depressão, etc.) e outras, seja por inalação, uso tópico, ingestão ou administração retovaginal. Assim sendo, na abordagem francesa, é comum a indicação dos óleos essenciais por via oral, principalmente através de cápsulas de gelatina contendo três ou quatro gotas de óleos essenciais diluídos em algum óleo vegetal (carreador). Na França, aliás, raramente os óleos essenciais são empregados com o objetivo único de proporcionar relaxamento ou bem-estar.

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Produto: Óleos Essenciais
Marca: QUINARÍ

Mostrando 4 comentários
  • deuzeni coutinho
    Responder

    Ola gostaria de receber tabelas pra fabricante e toda literatura de pesquisas dos óleos essenciais e vegetais no que se refere a cabelo e couro cabeludo. Sou terapeuta Capilar tenho projeto de lançar minha própria marca com receitas personalizadas e com estudos de casos. Osmologia é uma ciência que precisa ser divulgada e usada no Brasil. Obrigada fico no aguardo.

  • PROFESSOR JOSÉ
    Responder

    MUITO BOM, MUITO IMPORTANTE ESSA DIVULGAÇÃO, FIQUEI INTERESSADO NESSE TEMA. PARABÉNS

  • Iêda Teixeira Belo Belo
    Responder

    Sou muito curiosa em relação a terapias alternativas, e os óleos essenciais sempre me fascinaram. Gostaria muito de me aprofundar neste conhecimento, mas os cursos são sempre muito caros, infelizmente não tenho como bancar um curso. Pesquiso na internet e busco aprender o máximo. Grata por tudo!

  • Flavia
    Responder

    Oi por favor me tira uma dúvida?comprei oleo essencial em recipiente de plástico é confiável?

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