Microencapsulação de Óleos Essenciais

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Microencapsulação

Microencapsulação

É uma das variantes do processo de encapsulação, que, em síntese, consiste na separação de uma substância do meio externo por meio de uma barreira material, a cápsula. Seu objetivo é liberar, através de estímulos – como pela biodegradação, difusão e ruptura mecânica conforme a ação da temperatura e do pH – a substância ativa armazenada na cápsula em locais e momentos específicos.

Alguns Benefícios

Alguns Benefícios

Liberação de ativos super potentes de forma precisa em baixas concentrações, além de outros benefícios, como o mascaramento de sabores ou odores; proteção em relação à umidade, à luz, ao calor e à oxidação; conversão de líquidos em sólidos; redução ou eliminação da irritação gástrica e outros.

Óleos Essenciais

Óleos Essenciais

Óleos essenciais microencapsulados estão sendo utilizados por vários setores da indústria, com destaque para a de alimentos, cujo objetivo geralmente é intensificar o flavor dos produtos onde as cápsulas são “programadas” para se romperem rapidamente na boca. Na indústria de perfumes, os óleos microencapsulados também estão ganhando espaço, pois, desta forma, a liberação da fragrância ocorre de maneira controlada, fazendo com que o perfume dure por muito mais tempo.

Escrito por Wagner Azambuja
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Microencapsulação

A microencapsulação é uma das variantes do processo de encapsulação, que, em síntese, consiste na separação de uma substância do meio externo por meio de uma barreira material, a cápsula. Seu objetivo é liberar, através de estímulos – como pela biodegradação, difusão e ruptura mecânica conforme a ação da temperatura e do pH – a substância ativa armazenada na cápsula em locais e momentos específicos. Por exemplo: na microencapsulação do óleo essencial de laranja pelas indústrias de alimentos, as microcápsulas geralmente são “programadas” para se romperem na boca, intensificando assim o flavor de vários tipos de produtos, como balas e doces. As primeiras tentativas de aplicação da técnica da microencapsulação aconteceram por volta de 1930. Entretanto, o primeiro produto que contou com essa tecnologia apareceu “só” em 1954, um papel lançado pela empresa americana National Cash Register que permitia fazer cópias sem a necessidade do carbono. Ainda na década de 50, os estudos sobre a microencapsulação começaram a ser aplicados à indústria farmacêutica, afinal, a nova tecnologia possibilitava a liberação de ativos super potentes de forma precisa em baixas concentrações, além de outros benefícios, como o mascaramento de sabores ou odores; proteção em relação à umidade, à luz, ao calor e à oxidação; conversão de líquidos em sólidos; redução ou eliminação da irritação gástrica e outros.

“A microencapsulação, assim como outras técnicas, possibilita a incorporação de ativos de difícil estabilização em formulações, como a vitamina C.”

Processos

Atualmente a microencapsulação vem sendo empregada na encapsulação de diversos tipos de substâncias, seja em forma de gotículas líquidas, partículas sólidas ou pequenas quantidades de gás, e nos mais variados ramos da indústria, como de alimentos, agrotóxicos, cosméticos, pigmentos, têxteis, etc. As microcápsulas apresentam diâmetros que variam entre 0,2 à 5.000 micrômetros e a escolha do processo de microencapsulação depende do agente ativo, do material encapsulante, da aplicação e do mecanismo de liberação desejado, dentre os quais se destacam:

Processos físicos: spray dryer, leito fluidizado, deposição eletrostática e separação rotacional em suspensões;
Processos físico-químicos: emulsificação e extração de solvente e coacervação simples ou complexa;
Processos químicos: polimerização interfacial e polimerização in situ.

“As microcápsulas podem ser construídas a partir de polímeros de diferentes origens (naturais ou sintéticas), de combinações de materiais lipídicos (óleos e ceras) com surfactantes (naturais ou sintéticos), de sílicas, de ciclodextrinas, dentre outros.”

Microencapsulação de Óleos Essenciais

Com o objetivo de proteger os óleos essenciais da evaporação, oxidação e das interações indesejáveis com outros elementos, está se tornando comum o emprego da microencapsulação dessas substâncias em algumas áreas. Os objetivos são os mais variados, contudo, é a indústria de alimentos que, por enquanto, mais vem explorando os benefícios desta tecnologia. Neste caso, como já exposto, as microcápsulas contendo os óleos essenciais geralmente servem para intensificar o flavor dos produtos, sendo “programadas” para se romperem rapidamente na boca – razão pela qual são usados materiais encapsulantes hidrossolúveis, como o amido (tipo CAPSUL, um amido modificado derivado do milho waxy fabricado especialmente para este fim). Entretanto, mesmo na indústria de alimentos, o flavor nem sempre é o alvo da microencapsulação envolvendo os óleos essenciais, a exemplo do óleo de orégano microencapsulado, produto empregado em diversas matrizes alimentícias como conservante. Por fim, quanto à técnica, a coacervação é a preferida dos processos com óleos essenciais, afinal, os compostos lipossolúveis não ficam dissolvidos na solução polimérica – criando condições para a adsorção dos polímeros – e o núcleo fica fortemente retido na matriz. Microencapsulação de óleos essenciais, sem dúvida, um mercado muito interessante.

Óleos essenciais microencapsulados estão sendo utilizados por vários setores da indústria, com destaque para a de alimentos, cujo objetivo geralmente é intensificar o flavor dos produtos onde as cápsulas são “programadas” para se romperem rapidamente na boca.

Curiosidades

– A coacervação é um dos processos mais antigos de microencapsulação, que consiste, basicamente, na separação de fases, na qual uma fase líquida rica em um colóide separa-se de uma solução macromolecular. Essa separação é resultado de uma redução da solubilidade por meios químicos ou físicos, como alterações de temperatura ou de pH e a adição de uma solução iônica concentrada. A nova fase, rica em colóides, apresenta-se na forma de gotículas líquidas, que são depositadas em torno dos núcleos que contêm o princípio ativo. Depois de coalescer, essas gotículas formam uma camada contínua que constitui a parede da cápsula. Por fim, é feito o endurecimento da parede (camada polimérica) e o isolamento das cápsulas.

– Algumas empresas de cosméticos e de perfumaria recorrem à tecnologia da microencapsulação até na hora de fazer marketing, com os simpáticos catálogos que permitem ao consumidor sentir a fragrância que está sendo lançada. Nesses casos, as tintas usadas no impresso contêm fragrâncias microencapsuladas, que são rompidas quando a pessoa toca ou fricciona o papel.

“A empresa norte-americana EcoSmart Technologies possui uma linha de produtos para saúde vegetal completamente baseada em óleos essenciais microencapsulados. Aprovada pelo FDA (Food and Drug Administration) e pela EPA (Environmental Protection Agency), a linha é formada por uma mistura de óleos de cravo, eucalipto, capim-limão, canela e outros que bloqueiam a octopamina, um neurotransmissor excitatório presente no sistema nervoso central e periférico dos insetos parasitas.”

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Produto: Óleos Essenciais
Marca: QUINARÍ

Showing 4 comments
  • Josep Deumal i Jo
    Responder

    Apreciados Sres. buenos días.¿ disponen de planta en Españapara la fabricación de los MICROENCAPSULADOS ?

    Muchas gracias.

  • Ricardo Mocellin
    Responder

    Procuro empresa parceira que possa micro encapsular os òleos essencias.
    51-34646030

  • Antonio
    Responder

    Boa tarde!!!
    Quero usar óleo cru de palma ou seja óleo de dendê numa receita de biscoito, gostaria de saber se poderia me ajudar como faço para diluir naturalmente o óleo de palma crú para colocar na receita e o que posso fazer naturalmente para acabar com a cor laranja ou diminuir???????

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